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04/01/2016

Desde 2011 o governo do Acre vem trabalhando alternativas que propiciem a consolidação de uma nova base econômica diversificada. Com um modelo fundamentado no fomento e desenvolvimento de cadeias produtivas, por meio de parceria público-privado-comunitária, a alta tecnologia utilizada de forma sustentável fez surgir novos e ousados projetos na suinocultura e piscicultura.

Em 2012 foi inaugurada a primeira indústria de processamento de peixes do Acre: o Complexo de Piscicultura Peixes da Amazônia S/A. Com um investimento superior a R$ 100 milhões, o local abriga um centro de alevinagem, um frigorífico e uma fábrica de processamento de ração. Diariamente, há uma produção de 8.500 quilos de pescado, que, além de abastecerem o mercado interno, são fornecidos para outros Estados brasileiros.

Assim como o peixe, o suíno também vem se consolidando na economia acreana. Na região do Alto Acre foi inaugurado em novembro o DomPorquito (Brasiléia/AC), o mais moderno frigorífico de suínos do Brasil em uso de tecnologia, segundo a Associação Brasileira de Suinocultura (Brasília/DF). A capacidade inicial de abate é de 280 animais por dia, com uma geração de 350 empregos diretos. No auge da produção, os números podem saltar para 700 suínos por dia e mil empregos diretos.

Outros programas como a mecanização agrícola e o Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) também fazem parte desse rol de atividades, nas quais o resultado é a consolidação de uma economia verde, que efetiva o surgimento de uma nova classe econômica rural. Quando foi estabelecido pelo governo do Estado em 2011, o PAA alcançava apenas oito municípios, mas agora, a garantia de compra da produção familiar dos produtores rurais chegou aos 22 municípios do Acre.

Com a mecanização agrícola, o governo auxilia os produtores rurais familiares a ter condições de produzir sem fazer uso do fogo. O maquinário cedido pelo governo auxilia na aradagem, gradeamento e nivelamento de áreas que irão receber o plantio de várias culturas. O procedimento proporciona melhores condições de trabalho e uma produção ainda maior, sem prejudicar o meio ambiente.

De acordo com os últimos dados lançados pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE, São Paulo/SP), referentes ao período de julho de 2014 a agosto de 2015, o Estado apresentou redução de 10% do desmatamento, indo na contramão dos outros Estados amazônicos, que juntos aumentaram a perda de florestas em 16%. O resultado é o reflexo de uma política continuada que nos últimos dez anos reduziu em 62% o desmatamento.

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Matéria Feed&Food