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22/07/2019
Imagem retirada de https://odia.ig.com.br/colunas/e-o-bicho/2019/07/5660757-alimentacao-pet-nunca-esteve-tao-na-moda.html#foto=1 Imagem retirada de https://odia.ig.com.br/colunas/e-o-bicho/2019/07/5660757-alimentacao-pet-nunca-esteve-tao-na-moda.html#foto=1

Alimentação pet nunca esteve tão na moda. Ração seca ou úmida, comida natural... São muitas as opções. Mas, qual a quantidade dar aos peludos? E que tipo de comida? Brana Bonder, supervisora de assuntos veterinários da Hill’s Pet Nutrition, dá as dicas.

Uma delas é saber qual a quantidade ideal o animal deve comer. A veterinária afirma que um dos principais erros cometidos pelos tutores é não controlar a quantidade de alimento oferecido ao animal. Segundo ela, é comum as pessoas encherem o comedouro antes de sair de casa para ir ao trabalho, por exemplo, e, no final do dia, não saberem ao certo quanto seu pet comeu. O excesso de petiscos para agradar o cão ou gato também é outra falha muito comum que pode prejudicar a correta nutrição.

Outra dica é o que dar para seu pet. Brana avisa que respeitar as particularidades de cada animal no processo de alimentação é muito importante. Para os com sobrepeso, pode-se oferecer um alimento light. Já um gato castrado pode consumir um alimento designado para ele, assim como um cão com uma pele mais sensível. Esses alimentos, segundo a veterinária, contêm nutrientes específicos que vão atuar em cada situação em particular.

Os gatos, por exemplo, precisam de taurina, aminoácido essencial para os felinos, que deve ser consumido por meio do alimento. Já os cães conseguem produzi-la em quantidade suficiente, o que dispensa seu consumo. Filhotes também precisam de comida com maior teor de gordura e proteína porque nessa fase os animais necessitam de uma quantidade maior desses nutrientes para suportar o crescimento e desenvolvimento cerebral. Há alimentação especial para animais idosos, a partir de 7 anos.

Brenda explica que uma alimentação balanceada ao longo de cada fase da vida do animal é fundamental para o seu bom desenvolvimento e envelhecimento saudável, e que há necessidades nutricionais específicas que devem ser respeitadas. Por isso, é preciso sempre consultar um veterinário antes de definir a alimentação do seu pet.

Dicas da veterinária
1. Escolher um alimento específico para a espécie do seu pet e idade.

2. Se o animal tiver alguma necessidade específica como, sobrepeso, pele sensível, for castrado ou sofrer com bola de pelo, o ideal é buscar um alimento com essa designação.

3. Oferecer a quantidade de alimento de acordo com a guia de alimentação da embalagem, baseado no peso do animal.

4. Fracionar a quantidade diária recomendada pelo rótulo: para cães, no mínimo duas vezes ao dia; para gatos pode-se oferecer múltiplas refeições ao longo do dia (mas sempre respeitando a quantidade de alimento total a ser fornecida por dia).

5. Deixe disponível sempre água fresca e limpa

fonte: O Dia

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