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13/12/2019
Imagem retirada de https://www.metropoles.com/colunas-blogs/e-o-bicho/babas-de-pet-chegam-a-lucrar-r-3-mil-por-mes-em-brasilia Imagem retirada de https://www.metropoles.com/colunas-blogs/e-o-bicho/babas-de-pet-chegam-a-lucrar-r-3-mil-por-mes-em-brasilia

O relatório de pesquisa de mercado global da indústria Componentes da ração animal 2019 apresenta uma análise aprofundada do tamanho, crescimento, participação, segmentos, fabricantes e tecnologias do mercado Componentes da ração animal, principais tendências, direcionadores de mercado, desafios, padronização, modelos de implantação, oportunidades, roteiro futuro e previsão para 2025 .

Quando o assunto é cuidar e mimar os pets, os tutores não pensam mais de duas vezes na hora de agradá-los. Por isso o mercado cresce constantemente, em 2020 o segmento pode chegar a faturar R$ 20 bilhões. E não para por aí, muitos brasilienses têm visto no ramo uma maneira de garantir a própria renda e encontrar novas profissões no ramo.

De acordo com dados da empresa DogHero, plataforma que oferece aos tutores serviço de hospedagem e petsitter (babá para animais), os brasilienses que atuam na área chegam a arrecadar R$ 1,4 mil reais por mês e durante as férias o valor sobe para R$ 3 mil. Mas entrar no ramo não é algo tão fácil, a DogHero exige requisitos de segurança da residência onde o animal será hospedado, além de um teste de conhecimento sobre cães. De acordo com a empresa, durante o processo, apenas 20% dos candidatos são aprovados.

A profissão
Amor e dedicação com os pets é algo essencial para trabalhar junto aos bichinhos, a advogada Corina Drumond se especializou em direito dos animais advogando no ramo, mas um dia resolveu se dedicar por inteiro ao mercado pet. Ela iniciou o trabalho de petsitter na capital – os clientes no início eram apenas os seus amigos, mas, com o tempo, sua clientela aumentou e hoje ela trabalha com mais de 90 tutores em Brasília.

Antes de iniciar o trabalho, a advogada faz uma visita de ambientação e pede para que os tutores preencham uma ficha contando detalhes sobre a vida e histórico de saúde do bichinho. Corina cobra por hora e o preço varia de acordo com cada trabalho, dependendo das necessidades, quantidade de animais e tempo que passará com o pet. Além disso, a advogada já fez cursos em São Paulo e Rio de Janeiro sobre alimentação, comportamento e auxiliar de veterinário.

Os buldogues francêses Páprica Picante e Fetuccine Alfredo são exemplos – Corina recebe para passar um tempo com a cachorrinha e seu irmão. De acordo com a tutora dos animaizinhos, a arquiteta Tainá Martins, os dois têm personalidades distintas e o trabalho da cuidadora é muito importante. “Eles não ficam sozinhos, principalmente a Páprica, por isso quando vamos sair chamamos a Corina, é uma forma para que eu me tranquilize enquanto estou fora”, afirma.

fonte: Metrópoles

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