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19/11/2018
Imagem retirada de https://www.osaogoncalo.com.br/geral/55485/convivio-de-criancas-com-animais-de-estimacao-traz-beneficios-para-ambos Imagem retirada de https://www.osaogoncalo.com.br/geral/55485/convivio-de-criancas-com-animais-de-estimacao-traz-beneficios-para-ambos

O convívio de uma criança com o pet pode estimulá-la a desenvolver o amor e respeito pelos animais, que serão levados com ela ao longo de toda sua vida. A relação entre os pequenos com os animais de estimação é comprovada por vários estudos como benéfica para ambos os lados.

Segundo a veterinária Francine Locateli, da Veterinária Salvatori, o animal também pode ser um elo para as atividades em família, quando bem inseridos na rotina da casa.

“Ao pensar no convívio da criança com um animal de estimação, primeiramente, tem que avaliar qual é a idade dessa criança e que tipo de orientação ela recebe em relação aos animais. O convívio dela com um animal vai sim estimulá-la a ter respeito, amor e responsabilidade”, explicou a veterinária.

Para as famílias que estão pensando em adquirir um animalzinho, a veterinária alerta que é preciso avaliar alguns fatores para evitar possíveis dores de cabeça no futuro. Um deles é analisar se a sua criança tem alergia a pelos e avaliar o animal que melhor se adequaria à família. Sempre lembrando que o pet precisará de atenção e cuidados com seu bem-estar, que requerem a supervisão de um adulto. Por outro lado, destinar algumas tarefas relacionadas ao animal pode ajudar no senso de responsabilidade e organização da criança.

Cães tendem a ser mais agitados e brincalhões, e têm mais dificuldade de se adaptar à solidão. Portanto, são mais indicados para crianças enérgicas e que passam mais tempo em casa. Já os gatos são mais introspectivos e reservados, tendo menos problemas em ficar sozinhos. Crianças mais tranquilas têm mais facilidade para se adequar aos bichanos.

“É preciso analisar primeiramente por qual motivo está pensando em adotar. Outros pontos importantes é consultar sua situação financeira e qual espécie está pensando em adquirir. A partir desse ponto, tem que ver quais são os custos em manter a saúde, o bem estar, a parte nutricional, espaço físico e limpeza do ambiente, pois cada espécie tem seu cuidados. Ter a noção de que, quando filhote, tem que ser educado ao local onde fazer suas necessidades fisiológica, que soltam pelos, que fazem barulho, requerem atenção, consultas ao veterinário, vacinas serem administrada, doenças que podem adquirir, entre outros”, disse Francine.

A dona de casa Patrícia Costa, 44, adotou o pequeno Fred, da raça chihuahua, que tem seis anos, quando sua filha caçula - Letícia de Oliveira Conceição - tinha apenas dois anos. Ela contou que, na época, a família possuía uma basset, mas a menina não tinha muito contato.

“A basset ficava no terraço, pois em nossa outra casa ela tinha um quintal inteiro para ela, e ela não se acostumou em ficar dentro dessa residência. Quando peguei Fred, a Letícia teve mais contato. Foi amor a primeira vista, se deixar, ela leva o cachorro para tudo quanto é lugar”, contou Patrícia.

Apesar de considerar Fred como dela, Letícia não é a principal responsável pelos cuidados com os animais, mas ajuda a dar comida e água para o pet. Os beijos e abraços também são frequentes entre os dois.

“Eu gosto muito de abraçar o Fred. Quando eu saio, sinto muita falta dele. Mas quando pode, eu levo ele para passear com a gente”, contou a menina, que está no terceiro ano do ensino fundamental.

O cachorro recebeu o nome de Fred em homenagem ao atacante que atuou no Fluminense e hoje joga pelo Cruzeiro.

fonte: O São Gonçalo