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05/01/2019
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Para deixar o ambiente de trabalho mais alegre, aquele considerado muitas vezes tenso e desgastante, empresários começaram a inserir no cotidiano dos funcionários mascotes para “cooperar” nos trabalhos da firma. Em algumas empresas, os pets têm até crachás personalizados ou identidade com seus nomes.

Exemplo de empresa que tem em seu quadro esses os funcionários “fofinhos” é a Transire Eletrônicos, instalada no Polo Industrial de Manaus. No total, seis cães pertencem ao “quadro funcional” da empresa. São eles: “Negona”, “Rock”, “Rabugento”, “Costelinha”, “Neguinha” e “Brasil”. Todos eles não têm raça definida e foram resgatos da rua.

“Inicialmente, quando nós ainda estávamos situados no bairro Mauazinho, tinham três cachorrinhos no qual os nossos funcionários começaram a tratar dando comida, até eu pedir que dessem ração a eles. Quando a empresa cresceu e resolvemos mudar de sede, nós levamos os três conosco. Próximo a nova sede, encontramos outros três cães, que também foram acolhidos”, explicou o empresário Gilberto Novaes.

A colaboradora da empresa, Liliane Lima, 37, é uma das pessoas que se dedicam no cuidado com os seis cachorrinhos. “Quando chego, coloco água e ração. Se algo não está certo com a saúde deles, eu logo comunico. Essa semana, por exemplo, três deles foram ao veterinário. Os seis andam soltos pela empresa e todos têm a total liberdade”, contou.

Estagiária da varanda

Na agência Varanda, localizada na avenida Jacira Reis, bairro Dom Pedro, Zona Centro-Oeste de Manaus, também há uma mascote considerada a “estagiária” de quatro patas da empresa.

Segundo empresário Rodrigo Motta, Biju participa de reuniões, conversas e está acostumada com os mimos recebidos pelos funcionários. “Sem sombra de dúvidas, a cadelinha tem uma importância muito grande na agência. Todas às vezes quando fazemos um happy hour na agência mesmo, todo mundo tem alguma história para contar sobre ela. É engraçado que eu fico ouvindo e vejo o quanto ela trouxe mais leveza ao nosso ambiente”, explicou ele.

De acordo com Motta, a cadelinha foi adotada por ele e pela esposa. “Eu e minha esposa sempre tivemos vontade de ter um filho e, nesse processo, resolvemos adotar um filho de quatro patas, digamos assim. Era uma proposta desde o início, uma vez que se nós tivéssemos um pet, ele iria conviver com a gente de forma full time”, disse ele.

Motta ressaltou que quando precisam passar dias foras da agência, a equipe toma conta de “Biju”. “Lá na agência, a turma acabou adotando a Biju, de certa forma. Por exemplo, essa semana vou passar uns dias fora da agência, mas eu estou tranquilo porque sei que ela estará bem, as pessoas sabem onde fica a ração dela e eles mesmo cuidam”.

“Quanto a aumentar o número de pets, os funcionários ficam livres para levar seus animais também”, complementou o empresário.

Identificação funcional para os ‘amiguinhos’

A empresa Transire está no mercado de desenvolvimento eletrônico desde 2015 e conta com aproximadamente 2,5 mil funcionários. O empresário Gilberto Novaes afirma que os animais atuam realmente como funcionários, cada um tem uma chapinha na coleira com o próprio nome.

“Como os seguranças faziam a ronda pela parte da noite, os cachorros iam na frente. Qualquer anormalidade, eles começavam a latir, cercavam as pessoas e isso virou um costume. Na hora da ronda, os guardas vão acompanhados pelos seus cachorros. Colocamos os crachás mas como não durou um mês porque eles mesmo rasgaram. Hoje, o nome é colocado na coleira”, disse.

Conforme o empresário, a ideia é que o quadro ”animal” cresça. “Estamos montando o Instituto Transire e acredito que nós vamos adotar ou comprar dois labradores, um com o nome de Trans e o outro Sire como um símbolo dessa relação”, destacou Novaes.

“Acredito que com a presença dos cachorros no meio da fábrica, o ambiente mudou completamente. Esses pets em especial o cachorro, não se importam com o tamanho do nosso problema, eles simplesmente te recebem alegres e isso é algo mágica”, afirmou.

Gata ‘Joana’ alegra gráfica

Há quem acredite que apenas o cachorro é o melhor amigo do homem, mas há quem contrarie toda e qualquer frase desse tipo como é o caso dos amantes de felinos. A gráfica especializada em artigos de decoração, papelaria e festas em geral Maricota´s Craft, situada na avenida Álvaro Maia, no bairro Praça 14 de Janeiro, na Zona Sul de Manaus, tem como mascote uma gata, a “Joana Craft”, que alegra o dia a dia de seus 23 funcionários.

“A Joana veio para cá através de uma amiga que pediu que ela ficasse aqui uma noite porque, na época, ela ainda era bebezinha e estava em uma loja de materiais de construção. Eu fiquei de ver um lugar para ela ficar e acabou tomando conta dos 650 metros da loja. Na verdade, eu nunca havia pensado em ter um gatinho, mas eu digo que ter ficado com ela foi terapêutico tanto para mim, quanto para os nossos funcionários”, explicou a proprietária da loja, Elaine Marques da Costa.

A gata, mimada por todos na empresa, tem uma rotina agitada durante a manhã, com direito a bons sonos pela tarde. Joana possui uma identidade feita pelos próprios funcionários e ainda uma linha de materiais exclusiva dela com almofada, caderno, bloco de notas e até caneca.

Uma das funcionárias do Maricota´s Craft, Naira Dias disse que o trabalho da gata é no sentido de manter o local calmo e mais leve. “Sinto que o clima mudou desde que a Joana chegou até a loja. Ela trouxe o amor. Não existe estresse aqui”, contou a vendedora sobre a relação dela com a bichana, que convive há um ano com os funcionários e clientes da gráfica.

“Ela fica pelo salão, inclusive é muito conhecida pelos clientes. Infelizmente, há aqueles clientes que não vêm mais aqui por causa da gatinha. Porém, há um aviso na entrada da loja ‘nesta empresa há uma gatinha’”, disse a tutora da gata.

 

Fonte: A Critica

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