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22/04/2019
Imagem retirada de https://www.hojeemdia.com.br/plural/escolha-do-animal-de-estima%C3%A7%C3%A3o-deve-considerar-caracter%C3%ADsticas-e-necessidades-de-cada-ra%C3%A7a-1.707350 Imagem retirada de https://www.hojeemdia.com.br/plural/escolha-do-animal-de-estima%C3%A7%C3%A3o-deve-considerar-caracter%C3%ADsticas-e-necessidades-de-cada-ra%C3%A7a-1.707350

Mascote preferido dos brasileiros, formando uma legião de 52,2 milhões de exemplares em quase metade das casas, cães são escolha número um de quem deseja agregar um pet à família. Antes de adotá-los, porém, é preciso conhecer peculiaridades das raças e ter em mente que animais de estimação requerem atenção e cuidado.

Adestradora franqueada da Cão Cidadão – empresa do especialista em comportamento animal Alexandre Rossi –, Natália Vitoriano chama atenção para a importância da adoção consciente. Segundo ela, é fundamental buscar um animal que se encaixe no dia a dia da família e que seja cuidado da forma que precisa e merece.

Segundo a profissional, características das raças podem orientar quanto às peculiaridades de cada grupo, informando e esclarecendo dúvidas, mas não devem servir, sozinhas, como ponto de partida para a escolha de um animal. “Não existe um padrão que deva ser esperado de todos. Ideal é pesquisar a raça, mas conhecer também o canil e, se possível, o comportamento dos pais”, diz.

Companhia
É lenda, por exemplo, dizer que a raça X ou Y se adapta melhor a ambientes pequenos ou mesmo gosta de ficar sozinha. Independentemente do porte ou do temperamento do cão, todos necessitam de atividade física – leve, moderada ou intensa – e de companhia ou distração. “Se for necessário que o animal passe longos períodos sozinhos, recomendo que o tutor faça com que seja divertido por meio do enriquecimento ambiental. O importante é deixar o pet distraído quando não houver ninguém por perto”, reforça.

A adestradora também lembra a importância da atividade física diária, que serve não só para exercitar o físico do animal como a mente, evitando desvios de comportamento, como estragar móveis e objetos pessoais do dono ou fazer xixi e coco fora do local indicado. A medida certa é a que deixa o pet confortável e calmo ao longo do dia.

Para crianças
Quem busca um parceiro para o filho pequeno também deve ficar atento aos aspectos inerentes a cada raça – algumas são mais, outras menos indicadas para ser companhia ou interagir com crianças, diz a adestradora Natália Vitoriano. Para esses lares, a profissional sugere cavalier king charles, shitzu, lhasa apso e maltês (leia mais nas legendas das fotos).

Crianças muito agitadas podem se relacionar melhor com cachorros como west highland white terrier, golden retriever ou labrador – todos com bastante energia para ser gasta. “Beagle, poodle e cocker também têm nível de energia elevado”, acrescenta a profissional.

Vira-lata
Preferência de muita gente, já que, reza a lenda, são mais resistentes a problemas de saúde, demandam menos visitas ao veterinário e petshop ou mesmo são mais sociáveis e amigos dos donos, os vira-latas só se diferenciam de cães com raça definida em alguns aspectos, diz a adestradora da Cão Cidadão.

Segundo Natália Vitoriano, a separação por raças nos dá uma breve ideia do que podemos encontrar pela frente quanto a tamanho, cor, comportamento e nível de energia, mas é só. “São um norte (as características), mas qualquer raça ou mesmo sem raça definida (vira-lata) pode se adaptar a todos os lares, desde que introduzidas de maneira correta na família e naquela rotina. Todo animal tem suas necessidades e deve tê-las supridas para que sejam cachorros equilibrados e felizes”, observa.

fonte: Hoje em Dia

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