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15/02/2016
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Após o Ministério da Pesca ser atribuído ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA, Brasília/DF), a ministra Kátia Abreu organizou uma reunião com os representantes do setor para ouvir as demandas e discutir medidas que pudessem conferir maior competitividade, aumentando a produção e estimulando o consumo interno. Na última quarta-feira (25/11), 70 representantes da pesca, da aquicultura e da carcinicultura (criação de camarão) apresentaram suas necessidades.

Pesca
Os produtores deste setor pedem pela ampliação do prazo de um ano da renovação das licenças das embarcações e maior agilidade na certificação das exportações. Para eles, a pesca no Brasil necessita de políticas reestruturantes que a consolidem como uma atividade do agronegócio, com maior divulgação e incentivo ao Plano Safra da Pesca e Aquicultura e melhor ordenamento pesqueiro.

Camarão
Regularização e crédito ainda são entraves da atividade.

Aquicultura: Já os representantes deste setor afirmam que a maior dificuldade é com relação a regularização da atividade, o que implica diretamente na dificuldade em conseguir crédito. Além disso, a cadeia de comercialização de pescados no Brasil, de acordo com os criadores, é mal estruturada e impede o país de assumir o papel de grande produtor e exportador. O custo de produção é elevado e torna o produto nacional pouco competitivo frente aos importados, principalmente da Ásia.

Na reunião foi anunciada a criação de três câmaras setoriais, uma para a carcinicultura, uma para a pesca e outra para a aquicultura. Futuramente, as três poderão se fundir. Novas reuniões serão marcadas a partir de 2016. “O Brasil tem pela frente um bonito desafio, que é alavancar a piscicultura”, afirma a ministra. Ainda de acordo com Kátia, o País tem potencial para aumentar a produção e passar de importador de pescado para grande exportador. “Temos 12% da água doce do planeta e 8,5 mil quilômetros de costa marítima, mas importamos peixe, e isso não pode ser aceitável”, disse aos criadores.

Fonte: MAPA