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07/06/2016
Imagem retirada de http://revistadonna.clicrbs.com.br/animalprint/2016/05/31/por-que-nosso-pets-precisam-de-racao/ Imagem retirada de http://revistadonna.clicrbs.com.br/animalprint/2016/05/31/por-que-nosso-pets-precisam-de-racao/

Para aquelas pessoas que viveram sua infância na década de 70 pode causar estranheza a grande quantidade de rações especializadas disponíveis no mundo pets. Naquele tempo, a alimentação do Rex se resumia ao resto do jantar da família e aos ossinhos recolhidos no churrasco da casa da vovó. Hoje, a vasta prateleira de alimentos destinados ao cães e gatos parece mais um apelo comercial do que realmente necessário. Aí vem a sequência de perguntas: como era antigamente? Cães selvagens comiam ração balanceada para manter o peso? E pelo jeito a comida não foi ruim porque chegaram gordos e fortes ao século XXI.

De fato, cães e gatos de séculos atrás comiam carne, mas não apenas isso. A carne provinha de uma caça, uma presa inteira e isso inclui os ossos dela, o conteúdo de seus intestino, os olhos, o fígado, o que fazia da refeição algo mais nutritivo do que um pedaço de carne. No tempo em que oferecíamos apenas carne aos nossos cães e gatos, estávamos, na verdade, causando um desequilíbrio em relação a uma série de outros nutrientes não disponíveis na carne fresca. A falta constante de alguns nutrientes é fator desencadeante de muitas doenças nos animais que séculos atrás viviam tinham um tempo de vida bem reduzido se comparado aos pets de nossos dias.

Ao longo dos anos, estudiosos se debruçaram não apenas nas necessidades das diferentes raças e períodos de desenvolvimento, mas também nas patologias dos mascotes. Animal obeso ou com tendência a cálculo renal e até à diabetes já contam com um aliado junto à alimentação. Isso justifica a variedade das rações comerciais cujo preço nunca agradou muito ao pagador da conta. Porém, se for colocado na ponta do lápis, as rações comerciais geram até economia ao proprietário facilitando, e muito, a vida dele. A começar pela estocagem e o tempo que se perdia para o preparo dos alimentos que agora dispensam o uso de complementos. Animais recebem alimento de qualidade e com diferentes sabores.

E para quem viveu a geração Bonzo e Papita, quando comer ração era um grande desafio à mandíbula dos pobres cães, um esclarecimento: hoje os grânulos são de tamanho compatível a cada fase do seu mascote que de quebra já ganha um bom aliado à limpeza de seus dentes e ao equilíbrio de seu intestino.

Mas atenção às dicas abaixo:
1. Esteja atento à marca e ao prazo de validade da ração que você compra para seu pet;

2. Mantenha a ração em local seco e ventilado e a despreze se a embalagem tiver sido molhada;

3. Feche bem o saco ou use potes plásticos específicos para esta finalidade;

4. Melhor comprar sacos fechados do que ração a granel. Não se sabe a validade e a higiene de estocagem do produto que fica exposto;

5. Um pet pode não se adaptar e até mesmo ser alérgico a algum componente do produto industrializado, o que causa diarreia; troque a marca antes de desistir da ração;

6. Respeite a lenta adaptação que se recomenda ao pet que vai trocar ou ser introduzido no mundo das comidas industrializadas;

7. Atenção especial aos filhotes recém desmamados; seus estômagos e intestinos são mais delicados e diarreias podem trazer conseqüências mais graves;

8. Qualquer dúvida quanto às rações industrializadas, seus componentes e benefícios, procure o SAC. As empresas costuma levar a sério as dúvidas de seus clientes.