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16/08/2021

Ao longo dos anos no Brasil foi se dando conta da importância da alimentação correta dos animais de estimação. Felizmente, hoje, a grande maioria dos animais domésticos é alimentada com ração apropriada, o que representa mais saúde e bem-estar para eles, além de maior longevidade. Os estabelecimentos destinados à comercialização de alimentos para animais de estimação cresceram muito no Brasil e a indústria responde à altura com produtos e serviços de qualidade.

Diferentemente de outros setores, o mercado de ração não vive nenhuma crise, pelo contrário, vive um ótimo momento no cenário nacional. Segundo a Forbes, o Brasil é o segundo maior mercado para produtos pet do mundo. Para atender a esse mercado que se apresenta cada vez mais exigente, a indústria de ração enfrenta uma série de desafios. Um deles é o problema da umidade que pode ocorrer no processo produtivo, mas que ocorre também com muita frequência na fase de armazenamento. Esse controle, se não for feito de maneira rigorosa, poderá significar o comprometimento da qualidade, e o que é pior, perdas significativas de dinheiro investido.

A umidade influencia também no chamado processo de peletização, através do qual o farelo é transformado em grãos. Esse processo é importante, pois através dele se melhora o valor nutricional do alimento, favorecendo a digestão e diminuindo os microrganismos que podem contaminar a ração.

A alta umidade no processo de fabricação pode prejudicar de várias maneiras. Na produção de alimentos em pó, em geral causam empedramento dos insumos, o que pode colocar a perder todo um lote. Pode haver também a perda nutritiva. As vitaminas contidas na ração acabam perdendo seu efeito, deixando de oferecer uma alimentação rica e balanceada ao pet. Pode acontecer também a contaminação biológica. A umidade acima de 60% torna a ração suscetível aos efeitos do desenvolvimento de fungos, responsáveis pela formação do bolor e do mofo.

Uma vez contaminados, os alimentos se tornam impróprios para o consumo, pois fungos liberam micotoxinas, substâncias tóxicas que ao entrar no organismo dos animais podem causar problemas graves, principalmente infecções.

Uma fase importante na preservação de rações e outros tipos de alimentação para animais é a armazenagem. É preciso cuidar para que o ambiente onde o material será estocado esteja com a umidade controlada. Caso contrário, problemas sérios como a contaminação poderão ser recorrentes. Causado pela ação de fungos, o mofo destrói todo o material orgânico.

Há também, por parte das autoridades, preocupações quanto ao zelo pela produção de alimentos para os animais. Assim, foi instituído o Decreto 5053, em 22 de abril de 2004. Esse instrumento aprova o Regulamento da Fiscalização de Produtos de Uso Veterinário em Estabelecimentos que os fabriquem ou comercializem.

O regulamento dispõe sobre condições de conservação sobre os produtos de uso veterinário, que devem contar com ambientes secos (livres da umidade excessiva) e ventilados, protegidos de temperaturas incompatíveis e assegurem condições de limpeza e desinfecção.

Para assegurar a qualidade dos alimentos dos animais e cumprimento ao regulamento federal, é necessária a utilização de desumidificadores de ar.

O desumidificador de ar controla os níveis de umidade, mantendo-os entre 50% e 60%, conforme inclusive estipula a OMS - Organização Mundial da Saúde. Ao controlar a umidade, impede a proliferação de ácaros, bactérias e fungos.

Esses elementos podem ser determinantes na contaminação de rações e todo e qualquer componente da alimentação dos pets.

Entre os produtos disponíveis no mercado, os desumidificadores da Linha Desidrat da Thermomatic são produzidos com a mais refinada tecnologia e possuem também um sistema de filtragem que elimina partículas em suspensão, devolvendo ao ambiente um ar muito mais saudável. Com diversas aplicações, o Desidrat é também um forte aliado da indústria de ração e insumos para animais.

fonte: Terra