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07/01/2020
Imagem retirada de https://www.petz.com.br/blog/nutricao/racao-para-cachorro/ Imagem retirada de https://www.petz.com.br/blog/nutricao/racao-para-cachorro/

A produção de alimentação animal aumentou 3% no acumulado do ano até setembro, para 52,8 milhões de toneladas, informou o Sindicato Nacional da Indústria de Alimentação Animal (Sindirações). Considerando a perspectiva de maior demanda por rações pela cadeia de carnes nos três últimos meses do ano, é provável, segundo o CEO do entidade, Ariovaldo Zani, que “a produção em 2019 revele uma expansão ainda maior”.

Nos nove primeiros meses do ano, um dos destaques foi a área de suínos, cuja produção de alimentação para o setor avançou 4,4% no comparativo anual, para 12,5 milhões de toneladas.

O resultado reflete a demanda chinesa por compra da proteína brasileira, impulsionada pelo surto de peste suína africana (PSA) no país asiático.

O produtor de frangos de corte, responsável pela maior participação no mercado de alimentação animal, demandou 24,6 milhões de toneladas de ração de janeiro a setembro, um avanço de 2,9%. Além dos efeitos da PSA, a produção de frangos cresceu estimulada também pela necessidade do consumidor brasileiro de alternativas mais econômicas para consumo, quando comparada à carne bovina, bastante valorizada no período.

Ainda no setor de aves, no entanto, a produção de rações para galinhas de postura recuou 1,49%, para 4,8 milhões de toneladas no período avaliado, contrariando as expectativas do setor.

Na bovinocultura de corte, a produção foi de 2,1 milhão de toneladas, incremento de 2,7%, sobretudo pela valorização crescente da arroba no segundo semestre. “A tendência de escassez de oferta de bois terminados e os embarques demandados pelos chineses provavelmente impulsionarão o preço a ser pago pelos frigoríficos e inflacionarão a carne bovina no varejo no período próximo às festas de final de ano”, estima o Sindirações.

A cadeia pecuária leiteira, por sua vez, demandou 4,5 milhões de toneladas de janeiro a setembro, um avanço de 4,5%, marca que demonstra moderação daquele ímpeto crescente na utilização das rações e concentrados pelo produtor, provavelmente desmotivado pela valorização dos grãos adicionados à alimentação animal e pela qualidade das pastagens favorecidas pelas chuvas.

fonte: IstoÉ Dinheiro



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