I-EXTRUSORAS
     EXTRUSORA E-240AD
  II-EXTRUSORAS ROSCAS-DUPLAS
     EXTRUSORA E-55D
     EXTRUSORA E-96D
     EXTRUSORA E-125D
  III-PELETIZADORAS
     PELETIZADORA P-125
    PELETIZADORA P-200
    PELETIZADORA P-300
     PELETIZADORA P-400
   IV-MOINHOS DE MARTELOS
     MOINHO M-300
     MOINHO M-500
     MOINHO M-700
     MOINHO M-1000
     MOINHO M-1200
  V-MAIS PRODUTOS
     SECADORES
     RESFRIADORES
     MISTURADORES HORIZONTAIS
     MISTURADORES DE PÁS
     ELEVADOR TIPO "Z"
     ELEVADORES DE CANECAS
     ROSCAS TRANSPORTADORAS
     REDLER OU DRAG
     TRITURADOR DE PELLETS
 VI-PERIFÉRICOS E ACESSÓRIOS
  VI- FERRAZ MÁQUINAS
     NOTÍCIAS
     FOTOS
     MERCADO EXTERNO
     POSICIONAMENTO NO MERCADO
    TREINAMENTO DE FUNCIONÁRIO
     NORMAS BPF (MAPA) E ANFAL PET
  VII- INFORMAÇÕES
     FLUXOGRAMA DE PRODUÇÃO
     ARTIGOS TÉCNICOS
     MERCADO PET-FOOD
     MONTAGEM FÁBRICA DE RAÇÃO
 

 MERCADO PET-FOOD

Perspectivas do Mercado de Alimentos para
Animais de Estimação no Brasil

 
I - INTRODUÇÃO
 
Por qualquer lado que se olhe o mercado de pet-food, as perspectivas são bastante animadoras.

Quer seja o mercado interno de rações extrusadas, quer seja o externo, ambos dispõe de grande potencial de crescimento, principalmente o segundo, pois o filão de exportação de rações ainda encontra-se muito pouco explorado pelas empresas brasileiras, como poderemos ver pelos dados que serão mostrados.

Os números aqui apresentados são dados oficiais de algumas instituições e associações de classe, podendo entretando não estarem apresentando exatamente a realidade atual, uma vez que os mesmos são fornecidos pelos fabricantes de rações e nem sempre todos as empresas consultadas dispõe-se à fornecer informações que podem ser por alguns deles, consideradas confidenciais.

Procuramos assim apenas dar uma visão geral de um mercado extremamente atraente e que tem tido ao longo, principalmente dos últimos dez anos, um crescimento bastante significativo e consistente, gerando aumento no volume de vendas de quase todas as empresas, não obstante o grande número de fabricantes que surgiram durante esse período.
II - OS ANIMAIS DE ESTIMAÇÃO NA SOCIEDADE
Segundo a ANFAL-PET, companhia, amizade, alegria e aos quais podemos acrescentar segurança.

Os animais de estimação podem oferecer tudo isso para uma família, principalmente quando tratados com proteção, o cuidado e o carinho que merecem.

Assim sendo, os mesmos precisam muito mais. Condições satisfatórias de saúde, bem estar e disposição só são possíveis com uma alimentação balanceada, que forneça todos os nutrientes para um crescimento normal e de qualidade para os animais.

Somente uma ração balanceada pode oferecer todos os ingredientes necessários, proteínas, gorduras, carboidratos, vitaminas e minerais, para a saúde de cães e gatos.

Foi-se o tempo em que os animais de estimação eram alimentados com restos de nossas refeições.

Hoje a tecnologia e os cuidados existentes no preparo da ração animal, assemelham-se aos aplicados na produção de alimentos destinados à seres humanos.
III - SITUAÇÃO ATUAL DA INDÚSTRIA DE PET-FOOD NO BRASIL
Transcrevemos à seguir relatório da ANFAL-PET que nos fornece números atuais de produção e comercialização do setor.

“O setor de Pet-Food mais uma vez desfruta de saldo positivo no ano de 2004. Segundo estimativas da ANFAL-PET (Associação Nacional dos Fabricantes de Alimentos para Animais de Estimação), a industria do Pet-Food faturou 20,41% e produziu 10,48% mais que o ano de 2003. Isso significa que em 2004 foram produzidas 1,430 milhão toneladas de alimentos para cães e gatos, totalizando um faturamento de US$ 1,444 bilhão. A região sudeste é a maior responsável por este resultado, respondendo por 74,2% do mercado, seguido pelo nordeste (7,14%), sul (11,77%), norte (1,43%) e centro-oeste (5,46%). De acordo com a ANFAL-PET os números podem parecer significativos, se comparados com outros setores do mercado Pet, como medicamentos veterinários/higiene, serviços e acessórios, do qual o segmento alimentação detém 48%. Entretanto, só reflete o esforço da industria em manter o mercado.

Isso porque, o potencial do mercado brasileiro está muito além dos resultados conquistados. Para se ter idéia, o mercado Pet brasileiro é composto por 27,9 milhões de cães e 12 milhões de gatos, um consumo potencial de 3,45 milhões de toneladas por ano e faturamento de US$ 2,932bilhões.

Esses números levam o Brasil à colocação de o segundo maior mercado do mundo. Entretanto, os alimentos industrializados são oferecidos a apenas 40% dos animais de companhia, sendo os outros 60% alimentados com sobras de mesa. “São 2,05 milhões de toneladas de arroz, carnes, leite e outros alimentos utilizados para alimentar nossos animais de companhia, conseqüentemente desviados da alimentação humana”, disse Antônio Teixeira de Miranda Neto, presidente da ANFAL-PET.

O problema, segundo a entidade, é a alta carga tributária, que encarece e dificulta o acesso da população ao produto. No total, os alimentos para os animais de companhia são taxados com 49,9% de impostos, enquanto que os insumos agropecuários com 15,25% e a cesta básica, 7%. Essa diferença existe porque os alimentos para cães e gatos são taxados como supérfluos, apesar desta nutrição substituir os alimentos de consumo humano.

A reivindicação do setor é enquadrar os alimentos para os animais de companhia com alíquota idêntica àquela determinada à cesta básica, assim como é feito nos Estados Unidos e na Europa. Nos Estados Unidos, por exemplo, os alimentos humanos e Pet-Food têm alíquotas idênticas e não superiores a 7,5%. Na Europa, a maior taxa é a da Alemanha, que não ultrapassa 18%.
Exportações: Alto Potencial e Pouca Competitividade
A alta carga tributária sobre os alimentos industrializados para cães e gatos também diminui a competitividade do Brasil no mercado externo. O Brasil, como grande produtor e exportador de cereais e carne, é o país com maior potencial do mundo nas exportações de alimentos industrializados para os Pets. Apesar disso, sua participação é irrisória; menos de 1,0% de um mercado que movimentou 4,3 milhões toneladas em 2003 e US$ 3,9 bilhões.

Hoje, os maiores exportadores de alimentos para cães e gatos são os Estados Unidos, com 18% do mercado; França, também com 18% e Países Baixos, com 10%. Já os maiores compradores são o Japão (17%), Alemanha (13%) e Reino Unido (10%).

O Brasil ocupa o 22º lugar no ranking de países exportadores. De acordo com projeções para 2004 da ANFAL-PET, o Brasil exportou 34 mil toneladas e faturou US$ 16,0 milhões. Os três principais destinos foram: Estados Unidos, Chile e Uruguai.

Com o aquecimento da industria de Pet-Food no mercado interno, o Brasil reduziu as importações. Em 1998, o Brasil comprou 13.099 mil toneladas de alimentos industrializados e, em 2004, deve registrar compras de apenas 2.559 mil toneladas.
Pet Food: Supérfulo, Por quê?
Cada vez mais cães e gatos ocupam papéis importantes na sociedade. Calcula-se que existam cerca de 800 milhões de cães e gatos criados em todo o mundo como “membros da família”. É um fenômeno mundial que está ligado ao aumento da expectativa de vida da sociedade moderna, maior número de idosos, redução do número de filhos nas famílias, falta de segurança e, especialmente, por maior carência afetiva.

Pesquisas mostram que crianças que têm um animal de companhia se desenvolvem mais rapidamente. Além de sociabilizar e despertar a responsabilidade. Entre os idosos, os mascotes trazem sensações positivas, evitam a depressão e retardam doenças. Os animais de estimação ainda podem restabelecer pessoas doentes e desenvolver pessoas deficientes.
Os cães-guia de cego, por exemplo, já desempenham um papel fundamental em nossa sociedade, pois são habilitados a transitar com seus donos pelas ruas, restaurando a cidadania do individuo. O poder de recuperação dos Pets é tamanho que alguns hospitais adotaram visitas periódicas dos bichinhos, mesmo em UTI, a fim de tornar a resposta ao tratamento e a recuperação mais rápidas.

Além deste argumento, que tira de circulação a imagem deturpada de que animal de estimação é “coisa de madame”, a nutrição industrializada vem substituir o alimento de consumo humano – algo essencial numa sociedade na qual existe fome e desnutrição. Há ainda a redução do perigo de zoonoses, quando o animal é alimentado com produtos industrializados.

É com esse discurso que a ANFAL-PET vem apelando ao governo, especialmente aos Ministérios da Agricultura, Saúde, Indústria e Fazenda, para que vejam a industria de animais de companhia com um olhar mais social, que é a linha e a bandeira deste novo governo. Afinal, o supérfulo é retrato de uma minoria neste País.

Criada em 1980, a ANFAL nasceu a fim defender os interesses dos fabricantes do setor de Alimentação Animal. A partir de 2004, a entidade passou a representar exclusivamente os fabricantes de alimentos para animais de estimação, sob o nome de ANFAL-PET.”

Fonte: ANFAL PET – Associação Nacional dos Fabricantes de Alimentos para Animais de Estimação.
Av. Paulista, 1313 - 8º andar - Sl. 814 - Cerqueira Cesar - São Paulo – SP
CEP 01311-200 - Fone / Fax: (11) 3541-1212
www.anfalpet.org.br - anfalpet@anfalpet.org.br
Disponível em: http://www.petbr.com.br/infor28.asp

Levantamento Estatístico da Produção
Resumo: (em 1.000 toneladas)
Distribuição de Cães e Gatos pelas regiões do país
IV - ANSEIOS DO CONSUMIDOR
Transcrevemos à seguir um texto que nos dá uma idéia do nível de atenção que está merecendo o setor e o grau de sofisticação dos serviços e produtos disponíveis nos dias de hoje para os animais de estimação.

“Os Pet-shops que brotavam a cada esquina há pouco tempo – os pet garagem – tendem a se profissionalizar. ‘A abertura desse tipo de loja tem diminuído nos últimos anos, dando espaço a grandes lojas que agregam itens variados embora existam, só na Grande São Paulo, mais de 5,8 mil lojas segundo o Conselho Regional de Medicina Veterinária’, dz o vice-presidente da Anfal, Bernard Divry.

No entanto, está na criatividade o diferencial para se competir nesse mercado. ‘Há muita especulação e se quisermos sobreviver temos de ir atrás do que o cliente quer’, argumenta a supervisora de marketing da Cobasi, Mariane Gaddy Ramos. Segundo a executiva, a Cobasi começou bem pequena, há 18 anos, com a venda de produtos de agropecuária no Ceasa e hoje conta com quatro grandes lojas e com um quinto espaço a ser inaugurado ainda este semestre no início da rodovia dos Imigrantes, em São Paulo.

‘As lojas são verdadeiros shoppings dos animais que oferecem 20 mil itens desde rações, medicamentos, acessórios para animais de estimação, peixes e pássaros. Há ainda produtos para jardinagem e piscina’, diz Mariane, que não divulga o número de visitantes nem o faturamento ou volume de vendas das lojas. ‘Aqui, o animal de estimação passeia em carrinhos de supermercados, degusta novidades oferecidas por promotores de vendas e pode ainda arrumar um namorado ou namorada. O movimento é intenso nos finais de semana. Crianças, adultos e animais se aproximam e se divertem. Há banho e tosa, clínica veterinária e um setor de adoção de animais’, acrescenta.
Consumidor busca longevidade de seus bichos em rações especializadas,
cuidados, medicamentos e diversão.
Esticar a vida do animal de estimação depende de bom trato, boa comida, banhos, medicamentos cada vez mais eficazes e lazer. Cães e gatos ganham sobrevida e o mercado, projeção. Gatos vivem até cinco anos mais com alimentos equilibrados. Há diversos tipos de rações - para gatos castrados, gatos novos, cães idosos, de meia idade, com diabetes e com alto colesterol. São produtos importados ou nacionais a preços que vão de R$ 2,50 a R$ 3,00 na linha comercial em pacotes de meio Kg (para gatos) até pacotes com a mesma quantidade de produto importado (super premium) com preços de R$ 9,00 a R$ 14,00.

Para os cães, o produto, na linha comercial de rações em pacotes de 1 kg, custa de R$ 5,00 a R$ 12,00 ou R$ 17,00 na super premium importada com 1 kg. Para animais alérgicos existem medicamentos homeopáticos e os nervosos podem contar com calmantes ou sessões de terapia a um preço médio de R$ 115,00 por consulta de 50 minutos com especialista em comportamento. É o caso de Alexandre Rossi, zootecnista, especializado em comportamento animal na Austrália e autor de livros sobre comportamento animal. O especialista atende a domicílio também aves, especialmente papagaios. ‘Não fico conversando com o animal. Apenas analiso seu comportamento e falo com o maior número de pessoas que convive com ele. Algumas dicas e mudanças de comportamento da família melhoram significativamente o comportamento do animal’, declara o especialista que faz 30 consultas, em média, por mês. ‘Normalmente, cada paciente, necessita de duas sessões’. Rossi também adestra e treina pássaros e cães e faz massagens t-touch, famosa nos Estados Unidos, por meio da qual o bicho aprende a relaxar.
Animais de estimação ganham SPA em Itatiba
O SPA Sete Voltas, em Itatiba, inaugura no Carnaval o SPA para animais de estimação. Aberto a todos os tipos de animais, a diária para atividades básicas, para cada animal, é de R$ 80,00 com direito a passeios programados e consulta veterinária com indicações de dieta para emagrecimento. ‘Mas há um acréscimo no valor da diária caso o dono do animal opte por adestramentos tradicionais, adestramentos para truques, massagens t-touch, para relaxamento, esportes como o ‘agility’ (parecido com hipismo) ou jogos com frisbee.’, diz o zootecnista, Alexandre Rossi.

Segundo o especialista, no SPA Sete Voltas, o animal pode dormir com o dono no hotel. ‘No prazo de um mês, os animais de estimação poderão ficar hospedados sozinhos, sem a companhia dos donos, no SPA’, acrescenta Rossi, informando que para o Carnaval as vagas já estão esgotadas.

E não para por aí, as lojas estão investindo em ofurôs para cães. É o caso da Big Shower, da Mooca e da Avenida Bandeirantes. A empresa confecciona ofurôs sob medida para os melhores companheiros do Homem. Há produtos em madeira ou fibra com ou sem hidromassagem de vários tamanhos. Os preços vão de R$ 1.700,00 a R$ 10 mil. Um ofurô de madeira com hidromassagem de 50 cm de altura e 60 cm de diâmetro custa R$ 2.100,00. A peça com 1,10 metro de diâmetro e 70 cm de altura, com cinco bicos de hidromassagem, custa R$ 3.800 e vem equipada com bomba, aquecedor além de ser antibactericida. A Big Shower, na Bandeirantes, atende todos os dias das 8 horas às 21 horas.
Na área alimentícia muito chocolate, pães, doces, ossos, refrigerantes, hambúrgers, acessórios e livros são encontrados na Cãofeitaria, em Perdizes. O local é tranqüilo e o animal pode acompanhar o dono em um cafezinho. A novidade da loja é um bichinho que esquenta e faz companhia a filhotes. O produto custa R$ 55,00. O comedouro ou o bebedouro automáticos custam R$ 32,00 cada e o livro ‘Numerologia para todos os animais’ sai R$ 18,00. A publicação explica o comportamento do animal por meio dos nomes ou ajuda a escolher um nome para um novo amigo.

Para os animais privilegiados, a Daslu criou a Daslulu. Um departamento de roupas de grife para acompanhar suas elegantes donas. Entre os produtos estão bandanas para pescoço (R$ 18,00), coleiras de couro (R$ 46,00) e caminhas acolchoadas para poodles pequenos (R$ 178,00), jaquetas de moletom e até camas italianas (R$ 890). A Daslulu surgiu da necessidade das próprias clientes da Daslu.

A Louis Vuitton também inova no segmento. Na Global Store no bairro dos Jardins, em São Paulo, encontram-se coleiras de R$ 665,00 a R$ 820,00 nos tamanhos P, M e G, e também bolsas para transporte de cães que variam de R$ 5.020,00 a R$ 5.470,00.

Creche e maternidade conquistam espaço no mercado pet Para os solteiros, que trabalham fora e não têm com quem deixar seu animal de estimação, “O Bicho da Caneca”, em Cerqueira César, São Paulo, oferece espaço para cães e gatos passarem alegremente o dia, jogando bola, correndo na grama e ouvindo música ambiente. É uma creche, sem gaiolas, que funciona das 9 horas às 17h30 sob os olhos de funcionários treinados para brincar com animais. A diária é de R$ 12,00 para cães de pequeno porte e R$ 20,00 para os de grande porte. ‘Mas há pacotes semanais e mensais, a preços reduzidos’, informam os veterinários, proprietários do lugar, David Bialski e Gustavo Almeida. Para ser aceito na creche, o animal passa por uma consulta clínica rigorosa e um tratamento antipulgas. ‘O animal faz ainda um teste de sociabilidade. Só entra bicho que gosta de brincar com outros bichos’, diz Bialski.

“O Bicho da Caneca” tem ainda uma maternidade com assistência 24 horas. A diária é de R$ 40,00. O período da noite é mais caro, mas depende do número de dias que o bicho permanece hospedado. No local funciona ainda um hotel para aves, gatos, roedores e ferrets. O hotel para cães fica na Vila Mariana. “. Repórter Silvana Orsini

Disponível em:
http://www.bancodenoticias.com.br/ultimasnoticias/default.asp?
id_editoria=2372&id_noticia=407654
V - CONSIDERAÇÕES FINAIS
Por todas as informações e estatísticas que podemos observar nos relatórios e artigos aqui citados, é inegável que há ainda um enorme potencial de crescimento para o mercado de alimentos para animais de estimação no Brasil.

Não nos iludamos, porém. Assim como em quase todos os outros setores, o consumidor torna-s a cada dia mais exigente e consciente, buscando sempre melhores produtos, com maior valor agregado e sem deixar de levar em conta o preço.

Há que se investir em tecnologias mais modernas de produção de ração, equipamentos mais eficientes, mais confiáveis, que forneçam produtos de melhor qualidade e com menor risco de trazer qualquer problema aos animais que os consomem.

É bastante comum casos de fabricantes que são obrigados a arcar com prejuízos consideráveis ao ter que indenizar consumidores que adquiriram alimentos de baixa qualidade ou com falhas graves no processo de produção, tais como: problemas de secagem, de resfriamento etc.

Há vários anos, vem se prevendo que o mercado de rações estaria atingindo o nível de saturação, o que, como podemos observar pelos dados apontados, está longe de refletir a realidade do setor. Mesmo os mais céticos têm se rendido ante as evidências do potencial que o setor continua apresentando.

Tudo leva a crer, que gradativamente, todos deverão ter, além de equipamentos de boa qualidade em sua linha de produção, também cuidados redobrados em seus processos produtivos. A concorrência aumenta a cada dia, mas as oportunidades também.
Referências Bibliográficas
Ribeirão Preto, abril 2005
José Luiz Ferraz
Dados sobre Produção e Mercado de
Pet Food em 2.005 e Perspectivas para o Setor

TIRA DÚVIDAS

Qual o tamanho do mercado pet?

Anfal - Pet/ABMA
 
O mercado pet brasileiro tem crescido, na média, 20% ao ano desde 1990, segundo a Anfal Pet (Associação Nacional dos Fabricantes de Alimentos para Animais de Companhia). Estudo realizado pelo Sebrae/SP e a Xclusive Mídia revela que há no País 8 mil pet shops. No entanto, se forem considerados todos os pontos-de-venda, este número ultrapassa de 30 mil. Calcula-se que existam cerca de 800 milhões de cães e gatos criados em todo o mundo. Atualmente, o Brasil conta com 27,9 milhões de cães e de 12 milhões gatos. Aliás, o País é o segundo do ranking mundial em número de animais domésticos, atrás apenas dos Estados Unidos. São 27,9 milhões de cães, 12 milhões de gatos e 4 milhões de outros pets. A relação é de um cão para cada seis habitantes e um gato para cada 16 habitantes. Informações da Anfal Pet, junto ao Consulado Chinês, dão conta de que há 10 milhões de cães e um milhão de gatos no país, o que o deixa bem atrás do Brasil. Segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), nos últimos quatro anos houve um aumento de 17,6% no número de cães e gatos no Brasil. Segundo estimativas do Ibope (Instituto Brasileiro de Pesquisa e Opinião), cerca de 59% dos domicílios têm algum animal de estimação, sendo que em 44% deles há pelo menos um cachorro e em 16% pelo menos um gato. Conforme a mesma fonte, 63% das famílias das classes A e B possuem animais de companhia. Já na classe C, este número é de 64%, e na classe D este percentual cai para 55%.
 
Qual a relação consumo de rações e crescimento do segmento?
 
Conforme estatísticas da Anfal Pet, no Brasil apenas 37% desses animais consomem alimentos industrializados, um porcentual baixo em relação aos países europeus como o Reino Unido, onde 60% dos animais de estimação consomem rações, e a França, onde este percentual chega a 80%. Segundo a Anfal Pet, o Brasil é também o segundo maior país em produção de pet food e os Estados Unidos, o primeiro. Em 2004 foram produzidas 1,430 milhão de toneladas de alimentos para cães e gatos, totalizando faturamento de US$ 1,444 bilhão. A entidade acredita que o mercado brasileiro pode ir muito além dos resultados conquistados e a estimativa é que só os cães e gatos têm potencial para consumir 3,45 milhões de toneladas por ano e gerar um faturamento de quase US$ 3 bilhões. Segundo a ABMA (Associação Brasileira do Mercado Animal), 43% do faturamento bruto do segmento vêm de alimentação. O restante é distribuído entre acessórios (9,6%), medicamentos (8,6%) e produtos e serviços como consultas, vacinações, exames, etc. Mesmo assim, o mercado de pet food é um dos que mais se destacaram nos últimos anos. Dados da Anfal Pet indicam que o consumo de alimentos cresceu 400% entre 1995 e 2002 e, nos últimos cinco anos, aumentou em média 10 a 12% ao ano. Fabricantes de máquinas de peletização e extrusão estimam que no Brasil haja mais de 100 fábricas de ração de pequeno, médio e grande porte.
Quais as estratégias da indústria de pet em termos de exportação?
Em junho deste ano, a Anfal-PET (Associação Nacional dos Fabricantes de Alimentos para Animais de Estimação) assinou um convênio com a Apex-Brasil (Agência de Promoção de Exportações), para desenvolver ações de promoção dos produtos brasileiros no México, Estados Unidos, Rússia, Itália, Japão e China. O investimento será de R$ 2,3 milhões para promover o comércio de alimentos (rações e mastigáveis), medicamentos, vacinas, limpeza e embelezamento e acessórios. Também participam do convênio a ABMA (Associação Brasileira do Mercado Animal), representante do setor de medicamentos e vacinas e a Anfapet (Associação dos Fabricantes de Acessórios Pet), responsável pela parte de acessórios. As metas anuais são exportar R$ 4,1 milhões, 30% a mais que o número atual. Entre as estratégias utilizadas para divulgar os produtos brasileiros no exterior estão o estudo de mercado, a visita de jornalistas estrangeiros e a participação em feiras e rodadas de negócios internacionais.
Como tem sido feita a divulgação dos produtos
brasileiros no mercado internacional?
Dez empresas do mercado se uniram e criaram o Conbraex (Consórcio Brasileiro de Exportação). Negociações estão sendo feitas entre a entidade e associações como Anfal Pet e a Apex para incrementar a participação em feiras nacionais e internacionais. Até o momento, foram visitados países como Itália, França, Espanha, Alemanha, Portugal, Estados Unidos, Panamá, Venezuela, Chile, Bolívia, Paraguai, Uruguai e Argentina. "A previsão de visitas para 2006 inclui mais cinco países da Europa", revela Smanio. O Conbraex já está com presença garantida durante feiras como Expocruz 2005 (na Bolívia), Interzoo 2006 (em Nuremberg, Alemanha).
E os subprodutos da indústria pet?
Atualmente, o mercado conta com cerca de 35 fábricas produtoras de ossos feitos com raspas de couro. A produção gira em torno de 1,4 toneladas/mês, sendo 90% destinada para exportações - cerca de 1,28 toneladas. A exportação está concentrada entre quatro produtores nacionais, que comercializam para grandes redes e atacadistas dos Estados Unidos, Canadá e Europa, entre eles Wall Mart, Costco, Cosco, Petco, Pet´s Smart, Dollar Tree, Dollar General, e Super Stores em geral (grandes redes); e Aspen, Pet Ag, Vo. Toys, Pet Factory e Dog Toys (atacadistas que embalam o produto e colocam marca própria).
Qual o principal entrave para o setor?
 
O problema, segundo a entidade, é a alta carga tributária, que encarece e dificulta o acesso da população ao produto. Os alimentos para pequenos animais são taxados como bens supérfluos, com 49,9% de impostos - sendo IPI 10%, PIS/Cofins 9,25%, ICMS 18%, Substituição Tributária no ICMS 10%. Os agropecuários são taxados em 15,25% e a cesta básica em 7%. A reivindicação é enquadrar os alimentos para animais de companhia com alíquota idêntica à da cesta básica como é feito nos Estados Unidos e na Europa.”

Notícias

Programa vai incentivar exportação de pet food

A Agência de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) e a Associação Nacional dos Fabricantes de Alimentos para Animais de Estimação (Anfal-Pet) assinaram convênio para promover as exportações do setor em países como México, Estados Unidos, Rússia, Itália, Japão e China. Por meio do acordo, governo e iniciativa privada vão investir R$ 2,3 milhões para promover as vendas externas de rações e mastigáveis, medicamentos, vacinas, roupas, brinquedos, coleiras, guias e correntes. A meta do projeto é aumentar em 30% as exportações desses produtos e ampliar em 5% o número de empregos das empresas envolvidas. O projeto contempla ainda análise conjuntural do setor e estudos de mercado, participação em rodadas de negócios e feiras no exterior. Essas ações visam criar uma cultura exportadora nas pequenas e médias empresas do setor.

Atualmente, o Brasil participa com menos de 1% do mercado mundial de produtos para animais de estimação. "Esse é um setor competitivo de processos automatizados e que investe constantemente em pesquisa, tecnologia e marketing, o que resulta em produtos de alto valor agregado e contribui para enriquecer a pauta de exportações do Brasil", afirma o presidente da Apex-Brasil, Juan Quirós. Embora pequeno em relação a outros países, o setor brasileiro está em ascensão e tem enorme potencial para atender ao mercado internacional. "Como importante produtor e exportador de cereais e carnes, matéria-prima para a fabricação de rações para animais domésticos, temos a oportunidade e capacidade para estar entre os maiores exportadores do mundo", diz Quirós.

O mercado pet brasileiro é composto por 27,9 milhões de cães e 12 milhões de gatos, um consumo potencial de 3,45 milhões de toneladas por ano e um faturamento de US$ 2,93 bilhões, informa o presidente da Anfal-Pet, Antonio Miranda Neto.”

(10/06/2005) Ano: 100 Número: 133

Fabricantes de produtos alimentícios buscam auto-regulamentação
O mercado de Pet Food mundial, que segundo entidades de fabricantes chegou a movimentar 4,5 bilhões de toneladas de ração e US$ 3,9 bilhões em 2004, foi tema de um fórum realizado na última semana em Chicago, nos Estados Unidos. A Anfal-Pet (Associação Nacional dos Fabricantes de Alimentos para Animais de Estimação), por meio de seu comitê técnico, representou o Brasil no evento, que também contou com a presença de delegações da União Européia, Austrália e Japão.

Regulamentação
O principal tema foi a criação de uma auto-regulamentação mundial para o setor de Pet Food, na qual pretende-se uniformizar procedimentos e parâmetros na fabricação de alimentos para os animais de estimação.
Em relato à imprensa, José Edson França, da Anfal-Pet, explica que a tendência por uma auto-regulamentação global é irreversível e tudo caminha para a adoção de parâmetros previstos no sistema norte-americano.
Hoje, a regulamentação americana para o setor de Pet Food determina, entre os procedimentos, a implementação do BPF (Boas Práticas de Fabricação) e do HACCP (Hazard Analysis Critical Control Points - em português, Análise de Perigos e Pontos Críticos de Controle).

Parque
Além de parâmetros para fabricação dos produtos e para a instalação do parque fabril; como a linha de produção separada da área de insumos agropecuários.
No modelo americano, por exemplo, os registros de indústrias e produtos não são feitos e, em alguns países, os mesmos são efetuados por entidades representantes do setor e fiscalizados por auditorias privadas. Isto é, o modelo tira a responsabilidade do governo sob o registro e a regulamentação do setor, desburocratizando as decisões e tornando a indústria mais seletiva.
No Brasil, ainda não há uma auto-regulamentação para o setor, todas as decisões estão concentradas no Mapa (Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento). Mas o governo brasileiro sinaliza um interesse pela auto-regulamentação, sendo a Anfal-Pet, conforme a assessoria da entidade, a responsável em apresentar, num prazo de 30 dias, uma regulamentação sugerindo normas e procedimentos para a indústria do Pet Food do Brasil.

Defesa
Criada em 1980, a Anfal-Pet nasceu a fim defender os interesses dos fabricantes do setor de Alimentação Animal. Desde 2004, a entidade passou a representar exclusivamente os fabricantes de alimentos para animais de estimação.
Segundo dados apurados pela entidade em 2004, foram produzidas no Brasil 1,430 milhão toneladas de alimentos para cães e gatos, totalizando um faturamento de US$ 1,444 bilhão.”

BANCO DE MATÉRIAS - Julho/2005 - N° 91

Setor pet ganha impulso para alavancar exportações.

O setor de alimentos para pequenos animais conseguiu um importante incentivo do governo para ampliar as exportações de produtos para bichos de estimação. Foi assinado em 24 de junho um convênio entre a Agência de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) e a Associação Nacional dos Fabricantes de Alimentos para Animais de Estimação (Anfal-Pet) que juntos investirão R$ 2,3 milhões para promover o comércio de alimentos (rações e mastigáveis), medicamentos, vacinas, roupas, brinquedos, coleiras, guias e correntes no mercado internacional. A expectativa é exportar R$ 4,1 milhões, 30% a mais do que o montante atual, e ampliar em 5% o número de empregos das empresas envolvidas, atingindo 3120 vagas.

Entre os países que receberão ações de promoção comercial estão os Estados Unidos, o México, a Rússia, a Itália, o Japão e a China. "A essência do projeto é diversificar e mostrar ao mundo que o Brasil tem produtos de qualidade extraordinária. Já somos líderes em exportação em carnes e cereais e podemos ser também em alimentos para animais domésticos", afirmou o presidente da Apex, Juan Quirós, na solenidade de assinatura do acordo. Com o objetivo de criar uma cultura exportadora nas pequenas e médias empresas, o convênio prevê ainda uma análise conjuntural do setor e estudo de mercado. Além de visitas de jornalistas estrangeiros ao País, participação em rodadas de negócios e feiras no exterior. Segundo Quirós, para atingir a meta de vendas no exterior, as consultorias contratadas pela entidade mapearam os diversos mercados mundiais à procura de oportunidades. O intuito foi saber quem são os concorrentes, os clientes potenciais, o preço médio dos produtos e as barreiras tarifárias e não-tarifárias. "A partir deste estudo constatamos que temos potencial para sermos fortes no mercado exterior. Tanto que estamos iniciando o projeto com 13 empresas, mas temos espaço para 20", disse. Apesar de pequeno em relação aos outros países, o setor pet tem crescido nos últimos anos e mostra que tem fôlego para competir internacionalmente.

Em 1994, comercializou-se em torno de 200 mil toneladas em alimentos para animais de pequeno porte, no ano passado este número saltou para 1,5 milhão, um crescimento que passa dos 600%. "Trata-se de um setor competitivo, que aproveita integralmente toda produção animal. As empresas brasileiras investem constantemente em tecnologia e pesquisa para entregar ao consumidor um produto da mais alta qualidade que certamente ganharão espaço em outros países", enfatizou o presidente da Anfal-Pet, Antonio Miranda Neto. Porém, os produtores de pet food afirmam que é necessário para o crescimento do ramo desta atividade a revisão da tributação que incide sobre estes produtos. Miranda Neto explica que hoje o grande entrave para aumento das vendas tanto no mercado interno quanto no externo é o IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) para este tipo de alimento, que foi classificado como supérfluo em 1985 quando o Brasil ainda era um país importador. A classificação arrasta consigo ICM (Imposto sobre Circulação de Mercadorias) integral, mais PIS e Cofins. Com isso, o consumidor paga 48% de impostos sobre o preço final. O resultado é uma penetração que não chega a 50% em relação à quantidade de animais domésticos no País, 28 milhões de cães e 12 milhões de gatos. "É uma situação esdrúxula que provoca uma evasão fiscal fortíssima, não traz benefício ao setor e estimula a informalidade", complementa. O governo concorda com o empresariado e afirma estar trabalhando no sentido de rever a carga de impostos. "É um setor que vem crescendo muito no Brasil e, atualmente, alguns fatores vêm atrapalhando o processo no mercado internacional, no qual tivemos participação de menos de 1% no ano passado. Entre eles, a revisão do decreto que fala sobre a alimentação para animais que deve logo ir para consulta pública.

A partir daí, poderemos discutir o IPI que realmente atravanca o mercado", afirmou o representante do Ministério da Agricultura presente ao evento, Francisco Sérgio Jardim. Entre os empresários, a expectativa é otimista e eles acreditam em aumento significativo nas exportações nos próximos anos. Para o diretor da divisão de pequenos animais da Ouro Fino, Luis Cláudio Sinelli, o convênio foi assinado em um momento chave de expansão do setor em todo mundo. Ele diz que a empresa exporta há oito anos para 28 países, com um volume de 12% a 13% no faturamento total. O forte até o ano passado foram os produtos para grandes animais, mas em 2005 a companhia resolveu apostar no mercado pet. Com a assinatura do acordo, a previsão de crescimento é de 40% a 50% ao ano nos próximos cinco anos. "Com a Apex estimulando a estrutura e facilitando a inserção no exterior facilita muito a exportação. Já que as indústrias brasileiras estão capacitadas a produzir um produto de qualidade e com um custo bastante interessante.

Temos condições de entrar e dominar o mercado", comemora.”

EDIÇÃO OUTUBRO 2005

Extravagância
O site da The Pet From Ipanema informa que até 2010 teremos 70 milhões de cães e gatos com donos de posse responsável, ou seja, aqueles que dão comidas industrializadas levam ao veterinário e usam serviços de tosa e banho. Isso significa um gasto médio anual de R$ 450 em serviços e produtos por animal. Se esses números se confirmarem teremos um mercado fantástico que vai movimentar 31,5 bilhões de Reais por ano.
Os números podem parecer exagerados, entretanto é notável que haja um crescimento significativo na disposição dos proprietários de animais de estimação em gastarem com produtos e serviços para seus pets.
O caso da The Pet From Ipanema não serve de parâmetro para o mercado em geral, já que a loja atende uma clientela de poder aquisitivo muito alto, mas as extravagâncias que os clientes dessa loja praticam com seus animais demonstram que o mercado de artigos de luxo deve crescer significativamente.

Neste universo, o animal de estimação segue a rotina de um filhinho ou filhinha de papai: de passeio no shopping, após comprar uma coleira de jóia de R$ 1.800 e uma jaqueta de couro para combinar com os sapatos antiderrapantes (as “garotas” costumam comprar corretivos para os olhos e unhas postiças), o cãozinho pode querer fazer uma “boquinha”; para isso, na prateleira há uma variedade de trufas com diversos sabores: legumes, carne e queijo.

Bom, fazer compras é cansativo. Ele merece relaxar em um ofurô, ou tomar um banho e descansar com seu roupão em almofadas térmicas que simulam os batimentos cardíacos da mamãe.
Ah, enfim, depois de tirar a tensão e aliviar o estresse, o animalzinho já pode ir para casa. Mas, espere: e se o Sol estiver muito forte lá fora? Sem problemas, ele volta e compra uma sombrinha e, agora sim, pode seguir seu caminho sem mais preocupações!”
“Data Inclusão: 04/10/2005
Autor: Andrea Vialli / Marina Faleiros
Mercado pet busca segmentação
É um mercado volumoso, estimado em 42 milhões de consumidores. Destes, 25% usam produtos farmacêuticos e 37% se alimentam com comida industrializada. O investimento em publicidade voltada a esse público deverá fechar 2005 com um crescimento da ordem de 40%.

Não, não estamos falando de humanos, mas de cães e gatos, que cada vez mais movimentam novos negócios. O Brasil já é o segundo país no mundo com maior população de animais domésticos, atrás apenas dos Estados Unidos. Os números do mercado de produtos e serviços pet crescem a uma média de 20% ao ano, desde 2000. Estima-se que sejam 10 mil pet shops em todo o País, 60% no Estado de São Paulo. E, para vencer nesse mercado tão disputado, a nova estratégia dos fabricantes é a segmentação.

Um dos exemplos é a Pet Society, especializada em cosmético animal e que surgiu no mercado há pouco mais de um ano.

A empresa é uma divisão da Cosmotec, que produz ativos para o setor de cosméticos e produtos farmacêuticos, e fornece para grandes empresas como Natura, O Boticário e L'Oreal. Com a percepção de que havia um nicho carente de novidades ou de produtos voltados à estética e embelezamento animal - a empresa investiu R$ 2 milhões só na criação de uma linha específica para gatos, lançada há duas semanas. Antes disso, a empresa já havia lançado uma linha de produtos de beleza para cães, que já começa a exportada para países como Japão e França.

A apos os felinos não são à toa, uma vez que o mercado pet brasileiro ainda é pobre em produtos específicos para gatos. A linha que a empresa acaba de lançar inclui mais de uma dezena de xampus e condicionadores, além de musses perfumados, unhas postiças (conhecidas como "soft claws", evitam que os felinos arranhem os móveis) e até protetor solar. Outra aposta é na linha de bem-estar, que entre outros mimos traz ofurô em cedro rosa e cristais para um banho relaxante.
"Viemos para revolucionar e elevar o nível do mercado pet brasileiro, que ainda é imaturo, mas está em rota de crescimento", diz Luciano Fagliari, vice-presidente executivo da Pet 80ciety. O principal alvo da empresa são os pet shops, que também estão partindo para a estratégia de oferecer serviços diferenciados para se destacar da concorrência. "Queremos que nossa marca seja uma referência no mercado pet, por isso não fazemos nada com um apelo mais popular."

A crença da empresa no fortalecimento do mercado pet é tamanha que, para os próximos três anos, serão investidos mais R$ 5 milhões, que incluem a construção de uma nova fábrica, de 4 mil metros quadrados, em Guarulhos, prevista para ser inaugurada no segundo semestre de 2006.

ALIMENTAÇÃO

Para a fabricante de rações Royal Canin, multinacional francesa que está no País desde 1990, a segmentação é a melhor resposta para um mercado já disposto a pagar mais por qualidade. A marca tem uma linha com mais de 15 rações só para gatos, que contemplam atributos como beleza da pelagem, estilo de vida (se o animal sai ou fica o tempo todo em casa), idade (gatos maduros e idosos) e raças, como siameses e persas.

"No Brasil, os produtos para gatos ainda estão em expansão, conforme as cidades vão se verticalizando", explica Nelo Marraccini Neto, diretor-regional para São Paulo da empresa.
A Royal Canin, apesar de ter um enfoque muito mais técnico e não apostar em mídia agressiva, aproveitou o bom momento do setor para conquistar o filão de animais castrados e que ficam confinados nas residências. "Temos rações específicas para os animais que ganham peso ou têm problemas de cálculo urinário. Com a alimentação correta, o dono evita problemas e vê seu bicho saudável", diz.

De acordo com ele, ainda são poucos os lares brasileiros que dão alimentos industrializados para seus bichos, principalmente por causa da má distribuição de renda. "Existe ainda muito mercado a ser explorado neste setor. O consumo de rações avança nas cidades e já chega ao interior, onde o costume de dar comida caseira para os cães ainda é grande", explica Neto.

O diretor acredita que o mercado de rações premium agora cresce mais do que o de rações normais, o que significa até 25% de alta anual no caso da Royal Canino "As pessoas que já davam ração estão descobrindo as vantagens de nossos produtos, e existe uma relação muito mais afetiva entre o cão e seu dono, o que o leva a investir mais no seu bicho de estimação", afirma.

O gasto médio anual do brasileiro com o seu animal fica em torno de R$ 390, entre alimentação, produtos veterinários, embelezamento e acessórios, segundo pesquisa realizada pela consultoria Euromonitor Internacional e publicada na revista holandesa Pet International Magazine. E mais: 63% dos brasileiros das classes A e B - portanto, com alto potencial de consumo - possuem animais de estimação.”

NOTÍCIAS
21/11/05

Setor de alimentos para Pet Food deve atingir US$ 795 milhões
Segundo a Anfal (Associação Nacional dos Fabricantes de Alimentos para Animais de Estimação), o volume de produção do mercado Pet Food em 2005 será de 1.502.212 toneladas. Para discutir o crescimento desse segmento que nos últimos cinco anos chegou a 50,2% e traçar um panorama da importância da embalagem neste setor, a Abre (Associação Brasileira de Embalagem) realizará um café da manhã com a presença de Érica Canavesi, da Purina / Nestlé. O evento acontecerá na quarta-feira (23-11), das 8h00 às 9h30, no Hotel Sofitel, em São Paulo.

Em 2004, o faturamento do setor foi de US$ 733 milhões, com US$ 15,9 milhões gerados por exportações. A perspectiva é de que a produção nacional chegue a US$ 795 milhões este ano.

Além do estudo desses dados, a palestrante apresentará um cenário global, comparado ao mercado brasileiro. Em seguida, realizará uma análise das principais novidades em embalagens mundiais e falará sobre a marca Purina, mostrando projetos, tecnologias e tendências. Hoje, a venda de alimentos industrializados para cães e gatos cobre 41% dos animais no país. Na Europa, este número chega a 86%.

“As principais tendências do setor de embalagens para o mercado Pet Food são inovações que proporcionam facilidade de abertura, de uso e, portanto, que agregam maior praticidade e conveniência ao consumidor” explica Érica.

No mercado nacional de alimentos secos, atualmente utiliza-se com maior freqüência as embalagens com menor custo, mas com tentativas de se atrelar praticidade e conveniência através de alças para facilitar o transporte e zíperes que permitem o refechamento e maior conservação do produto. Para os alimentos úmidos, há predominância de latas com tampas normais ou de fácil abertura. Em menor quantidade encontram-se os pouches autoclaváveis.

“Para produtos que permitem maior valor agregado como snacks, treats e biscoitos há uma facilidade em inovar, sendo bastante comum a presença de stand-up pouches que oferecem uma ótima exposição no ponto-de-venda, além de possuírem zíper de fechamento para melhor praticidade. Outros produtos dessa categoria são acondicionados em embalagens do tipo flow pack”, complementa a especialista.

As regiões que mais se destacam em participação de mercado são: Sudeste com 43% e a Nordeste com 28%. Outra área em plena expansão é o Sul que abrange 15% deste segmento. O Norte e o Centro-Oeste dividem 14% desta demanda.

O evento será direcionado para profissionais de empresas usuárias e convertedoras de embalagens, fabricantes de matérias-primas e insumos, agências de design e prestadores de serviços. As informações são da assessoria de imprensa da Abre.

Redação”

Histórico (2005)

Em 2003 fomos procurados pelos fabricantes de Pet Food, que tinham o interesse de conhecer os volumes de mercado das Pet Shops.

O mercado nos últimos 10 anos, apresentou um ótimo crescimento de 358%.

Valores em Mil toneladas
Fonte: Sindirações ( Sindicato. Nac. Fabric. Alimentos para Animais)
Segundo pesquisa da ACNielsen Customized Research Services o canal que mensurávamos representava apenas 33% do mercado ( em relação a cães) e os outros 77% estavam em canais não auditados.
Em %
Total
Classe social
Lojas Especializadas/Pet Shop
64
68
59
68
Hiper/Supermercado
33
38
41
26
Avicultura/Avícola/Casa de Aves
4
-
3
6
Consultório Veterinário
2
5
2
1
Outros Locais
2
3
2
2
Base (possuem cães)
476
40
199
237
Base: 600 donas de casa – Gde São Paulo e Gde Rio de Janeiro – ano 2002 - CBPA

O mercado PET

O Brasil ocupa a segunda colocação no mercado mundial em volume.

O faturamento do setor é o quinto maior do mundo.

De acordo com dados do IBGE (2002), cerca de 63% da população brasileira das classes socioeconômicas A, B e C têm um animal de estimação dentro de casa.

Fonte: Assofauna (Associação dos Revendedores e Prestadores de Serviços destinados ao Uso Animal)
O Brasil tem uma desvantagem enorme contra outros paises que é a carga tributária altíssima.

O mercado PET no Brasil

População Brasileira de Cães e Gatos
Fonte: Estimativa do Sindirações 2005
Faturamento do mercado dividido em:
Fonte: Euromonitor 2004

Definição das categorias

ALIMENTO PARA CÃES
Produto à base de carne desidratada, vitaminas, sais minerais e proteínas, destinado exclusivamente à alimentação canina. Excluem-se arroz em grão/quebradinho, courinho digerível para cães, alimento tipo dog-toy e a granel.
ALIMENTO PARA GATOS
Produto à base de farinha de carne, peixe, fígado e galinha desidratada, vitaminas, sais minerais, proteínas e cálcio, destinado exclusivamente à alimentação felina. Excluem-se produto sem marca, sem fabricante, embalado na própria loja e produtos a granel.
 

Cobertura Geográfica

Áreas:

  • Área III Grande Rio de Janeiro:
    Rio de Janeiro, Niterói, Nova Iguaçu, Duque de Caxias, Nilópolis, São Gonçalo, e São João de Meriti.
  • Área IV Grande São Paulo: São Paulo, Santo André, São Bernardo do Campo, São Caetano do Sul, Diadema, Mauá, Guarulhos, Osasco, Embú e Taboão da Serra.
Tipo de estabelecimentos que fazem parte da auditoria:
  • Pet shop

  • Clínicas veterinárias

  • Lojas de Animais

  • Agropecuárias

Pet Shop
É o estabelecimento comercial que oferece produtos e serviços voltados para saúde, nutrição e embelezamento de animais. Além desses serviços, pode oferecer também atendimento de um profissional especializado.
  São consideradas nessa classificação:
  • Todas as lojas que comercializem ração para animais de pequeno porte (cães, gatos e outros pets)

  • Que tenham menos de 10% do faturamento em serviço de clínica veterinária.

  São desconsideradas do universo:
  • Lojas que tenham mais de 90 % em serviço de higiene animal (banho e tosa)


Pet/Clínicas Veterinárias
São estabelecimentos abertos ao público, com endereço fixo e que possuam disponibilidade regular de serviços de um profissional especializado – Médico Veterinário com registro no CRMV.
- São consideradas nessa classificação:

Todas as lojas que comercializem ração para animais de pequeno porte (cães, gatos e outros pets);

Que tenham o seu faturamento em serviço de clínica veterinária de 10 a 70%.

Presença de algumas das seguintes características:



    • Consultório Veterinário, ou

    • Médico Veterinário, ou

    • Sala de Cirurgia, ou Cirurgião;

 
Clínicas Veterinárias
São estabelecimentos abertos ao público, com endereço fixo e que possuam disponibilidade regular de serviços de um profissional especializado – Médico Veterinário com registro no CRMV.
- São consideradas nessa classificação:

Todas as lojas que comercializem ração para animais de pequeno porte (cães, gatos e outros pets);

Que tenham o seu faturamento em serviço de clínica veterinária acima de 70%.

Presença de algumas das seguintes características:

    • Consultório Veterinário, ou

    • Médico Veterinário, ou

    • Sala de Cirurgia, ou Cirurgião;

 
Excluem-se do estudo:
 

- Auto-Serviços e Lojas Tradicionais pertencentes ao Índice ACNielsen Alimentar.

 
 

- Lojas que tenham como principal atividade, a venda de produtos para Bricolagem, Construção, Jardinagem e Piscina.

 
 

- Lojas de pet shop e clínicas que não comercializem ração para animais de pequeno porte.

Metodologia
Tipo de estudo desenvolvido:

- Censo amostral
- Auditoria contínua de loja

Compra, Venda, Distribuição, Material de POP, Estoque

 

Periodicidade:

- Auditoria mensal (atualmente clientes adquirem bimestral)

 
Para fazer parte do Índice ACNielsen de Pet Shop utilizamos a premissa que considera apenas as lojas que comercializam ração para animais de pequeno porte.
Estima-se que existam

mais de 22 mil

estabelecimentos*

especializados no Brasil.

Na Gde São Paulo e Gde

Rio identificamos 4,7 mil

pontos de venda
 
Supermercados
% pet shop
Pet shop
% lojas
área 3 (GD RJ)
2.026
33
1154
25
área 4 (GD SP)
4.136
67
3556
75
TOTAL ÁREA 3 E 4
6.161
100
4.710
100
Fonte: *estimativa de fabricantes.
Universo de PetShop; fonte: ACNielsen – n° de estabelecimentos
A maioria dos estabelecimentos tem
idade entre 4 e 14 anos
IDADE DAS LOJAS
Fonte: ACNielsen – 2004 – Amostra Mestra Painel Pet Track
Existem mais de 40 marcas de alimento para Cães e aproximadamente
25 para Gatos e no total mais de 3 mil itens diferentes.
Média marcas
Média marcas
 
Cães
Gatos
Cães
Gatos
AS 20 + ck
18
8
150
89
AS 10 a 19 ck
13
6
75
40
AS até 9 ck
6
3
24
13
Pet Shop
13
5
73
32
Pet + Clínica
11
5
76
34
Fonte: ACNielsen – 2004 – Amostra Mestra Painel Pet Track
Dos 2,9 milhões lares na área urbana*, do Grande
Rio de Janeiro há a presença de Cães em 39% deles,
sendo que a maior penetração está na classe A,
enquanto que apenas 11% possuem Gatos.
Considerando a penetração de Cães, existe uma média de 366 domicílios para cada loja que comercializa alimento para Pets.
 
Supermercados
Pet Shop
TOTAL
área 3 (GD RJ)
2.026
1.154
3.180
Fonte: *Painel de Consumidores ACNielsen – 2004
Na Grande São Paulo com 4,0 milhões de lares na
área urbana, a presença de Cães é de 42% com
predominância nas classes A e B.
Considerando a maior penetração de cães, existem uma média de 314domicílios para cada loja que comercializa alimento para Pets.
 
Supermercados
Pet Shop
TOTAL
área 4 (GD SP)
4.136
3.556
7.692
Fonte: *Painel de Consumidores ACNielsen – 2004
Nas regiões metropolitanas do Gde Rio
e Gde São Paulo o canal de maior
importância é de Pet Shop.
 
PET SHOP
 
AUTO SERVIÇOS
 
TRADICIONAIS
Fonte: ACNielsen – Gde São Paulo e Gde Rio de Janeiro – acumulado Agosto 2004 a Julho 2005.
Avaliando o perfil de presença de produtos
desse universo percebemos que mais de
90% das lojas de Pet e Pet+Clinica
comercializam alimento para cães e gatos
As lojas, em sua maioria, vendem 30% de suas vendas à granel, diferentemente, uma parcela de 18% das lojas pet vendem mais de 50%.
Fonte:Amostra Mestra ACNielsen
Também é bastante frequente a venda de
remédios nestes estabelecimentos
Fonte:Amostra Mestra ACNielsen
Amostra
Auditoria Regular:

- Baseado no resultado das informações obtidas no censo por lista e dos filtros , definimos uma amostra de 337 lojas para representrar o universo desejado.

- Os relatórios visam o acompanhamento da evolução do mercado de interesse do cliente, possibilitando uma visão detalhada das principais movimentações no mercado em questão.

Facts - Informações de Mercado:

Volume de Vendas - Em kilos e em R$/ US$;

Participação de Mercado – Volume/ Valor;

Preço Médio em R$/ US$ por kilo;

Vendas Médias – Kg/ R$ ( por loja/mês);

Compras Totais (realizadas pelo varejo);

Estoques Totais (considerando área de vendas e déposito das lojas);

Estoque Ativos (volume na área de vendas);

Distribuição Negociante (Numérica e Ponderada);

Distribuição Negociante Sem Estoque (Numérica e Ponderada);

Distribuição Negociante ( Numérica e Ponderada de Ofertas ).

Evolução na América Latina
MÉXICO
SERVIÇO MENSAL
CATEGORIA ALIM. CÃES E GATOS
CANAL TOTAL VETERINÁRIAS
SERVIÇOS= VETERINARIAS E ESTÉTICAS PARA ANIMAIS
COMERCIO =PET SHOPS, AQUÁRIOS, FARMACIAS VETERINARIAS E AGROPECUÁRIAS
COBERTURA REGIÃO METROPOLITANA DO VALE DO MÉXICO
INICIO DEZ/2003
 
CHILE
SERVIÇO BIMESTRAL
CATEGORIA ALIM. CÃES E GATOS
CANAL PET SHOP+ CLINICAS
COBERTURA REGIÃO METROPOLITANA DE GRADE SANTIAGO.
INICIO FM2003
AMERICA CENTRAL
SERVIÇO BIMESTRAL
CATEGORIA ALIM. CÃES E GATOS
CANAL PET SHOP+ CLINICAS
COBERTURA GUATEMALA, COSTA RICA Y PANAMÁ
INICIO DJ 2004
   
BRASIL
SERVIÇO MENSAL
CATEGORIA ALIM. CÃES E GATOS
CANAL PET SHOP+ CLINICAS+ AGROPECUARIA
COBERTURA GRANDE SP E RJ
INICIO FM 2004
ARGENTINA
SERVIÇO MENSAL
CATEGORIA ALIM. CÃES E GATOS
CANAL PET SHOP+ CLINICAS
COBERTURA GDE BUENOS AIERES E LA PLATA
INICIO OUT/02
   
Tendências de Mercado Pet Food
Retail Index Lojas Alimentares
Pet Food é um dos mercados que mais
cresceram nos últimos anos.

- Fonte: Índice ACNielsen Alimentar (Tradicional + Auto Serviço). Soma de Alimento para cães e gatos
- Ano Móvel: AS04 a JJ05.
- Crescimento, tomando o ano de 1995 como base 100
Alimentos para Gatos apresenta tendência
de perda de importância
 
 
 
- Fonte: Índice ACNielsen Alimentar (Tradicional + Auto Serviço). Soma de Alimento para cães e gatos
- Ano Móvel: AS04 a JJ05.
- Crescimento, tomando o ano de 1995 como base 100
 
E tem redução relativa em seu
investimento publicitário
 
 
Fonte: Ibope-Monitor
Índice 100 = Ano 2001
 
 
Segmento econômico ganha importância
no mercado de Pet Food
 
 
Share Volume – 100% T. Pet Food - Alimento para Cães+Gatos
Segmentos (Premium/ Mainstream / Economy)
Anos Móveis ( acumulado de AS até JJ)
T. Brasil Alimentar
 
Marcas próprias, destaque em anos anteriores,
apresenta retração de 0,5 p.p. em sua
participação no último ano móvel
 
 
 
O índice de preço de Marcas Próprias em Pet Food é em média cerca de 30% abaixo da média da categoria.
 
-Fonte: Índice ACNielsen Alimentar (Tradicional + Auto Serviço). Soma de Alimento para cães e gatos
-Ano Móvel: AS04 a JJ05
 
Auto Serviços até 4ck destacam-se com
maior nível de participação de mercado
 
 
100% T. Pet Food - Alimento para Perros + Alimento para Gatos
Importancia de los canales en volumen – 100% T. Brasil Alimentar Años Muebles ( acumulado de AS até JJ)
 
Destaque para o melhor desempenho de Int.RJ+ES+MG e o Sul,
além da redução de importância de São Paulo
 
 
Alimento para Perros + Alimento para Gatos
Importancia de las areas en volumen – 100% T. Brasil Alimentar
Años Muebles ( acumulado de AS até JJ)

 
Conclusões
 
O mercado de Pet Food apresenta forte tendência de crescimento de volumes nos últimos anos, com índices superiores aos indicadores médios de mercado.

O segmento Alimento para Cães é o que determina o crescimento da categoria, com ampliação de seu nível de importância, contra a perda de participação de Alimentos para Gatos, que também diminui participação em investimentos publicitários.

Em termos de canais de venda, destaque-se o desempenho dos pequenos auto-serviços que registram ganho de share.

Dentre as regiões geográficas, registram-se as melhores performances na área II (Int. RJ+ES+MG) e área VI (Sul do país). São Paulo apresenta retração.
 
Fonte: ACNielsen Customized Research Services