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MERCADO PET-FOOD |
Perspectivas
do Mercado de Alimentos para
Animais de Estimação no Brasil |
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| I - INTRODUÇÃO |
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Por
qualquer lado que se olhe o mercado de pet-food,
as perspectivas são bastante animadoras.
Quer seja o mercado interno de rações
extrusadas, quer seja o externo, ambos dispõe
de grande potencial de crescimento, principalmente
o segundo, pois o filão de exportação
de rações ainda encontra-se muito
pouco explorado pelas empresas brasileiras, como
poderemos ver pelos dados que serão mostrados.
Os números aqui apresentados são
dados oficiais de algumas instituições
e associações de classe, podendo
entretando não estarem apresentando exatamente
a realidade atual, uma vez que os mesmos são
fornecidos pelos fabricantes de rações
e nem sempre todos as empresas consultadas dispõe-se
à fornecer informações que
podem ser por alguns deles, consideradas confidenciais.
Procuramos assim apenas dar uma visão geral
de um mercado extremamente atraente e que tem
tido ao longo, principalmente dos últimos
dez anos, um crescimento bastante significativo
e consistente, gerando aumento no volume de vendas
de quase todas as empresas, não obstante
o grande número de fabricantes que surgiram
durante esse período. |
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II -
OS ANIMAIS DE ESTIMAÇÃO NA SOCIEDADE |
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Segundo a ANFAL-PET,
companhia, amizade, alegria e aos quais podemos
acrescentar segurança.
Os animais de estimação podem oferecer
tudo isso para uma família, principalmente
quando tratados com proteção, o
cuidado e o carinho que merecem.
Assim sendo, os mesmos precisam muito mais. Condições
satisfatórias de saúde, bem estar
e disposição só são
possíveis com uma alimentação
balanceada, que forneça todos os nutrientes
para um crescimento normal e de qualidade para
os animais.
Somente uma ração balanceada pode
oferecer todos os ingredientes necessários,
proteínas, gorduras, carboidratos, vitaminas
e minerais, para a saúde de cães
e gatos.
Foi-se o tempo em que os animais de estimação
eram alimentados com restos de nossas refeições.
Hoje a tecnologia e os cuidados existentes no
preparo da ração animal, assemelham-se
aos aplicados na produção de alimentos
destinados à seres humanos. |
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III
- SITUAÇÃO ATUAL DA INDÚSTRIA
DE PET-FOOD NO BRASIL |
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Transcrevemos
à seguir relatório da ANFAL-PET
que nos fornece números atuais de produção
e comercialização do setor.
“O setor de Pet-Food mais uma vez desfruta
de saldo positivo no ano de 2004. Segundo estimativas
da ANFAL-PET (Associação Nacional
dos Fabricantes de Alimentos para Animais de Estimação),
a industria do Pet-Food faturou 20,41% e produziu
10,48% mais que o ano de 2003. Isso significa
que em 2004 foram produzidas 1,430 milhão
toneladas de alimentos para cães e gatos,
totalizando um faturamento de US$ 1,444 bilhão.
A região sudeste é a maior responsável
por este resultado, respondendo por 74,2% do mercado,
seguido pelo nordeste (7,14%), sul (11,77%), norte
(1,43%) e centro-oeste (5,46%). De acordo com
a ANFAL-PET os números podem parecer significativos,
se comparados com outros setores do mercado Pet,
como medicamentos veterinários/higiene,
serviços e acessórios, do qual o
segmento alimentação detém
48%. Entretanto, só reflete o esforço
da industria em manter o mercado.
Isso porque, o potencial do mercado brasileiro
está muito além dos resultados conquistados.
Para se ter idéia, o mercado Pet brasileiro
é composto por 27,9 milhões de cães
e 12 milhões de gatos, um consumo potencial
de 3,45 milhões de toneladas por ano e
faturamento de US$ 2,932bilhões.
Esses números levam o Brasil à colocação
de o segundo maior mercado do mundo. Entretanto,
os alimentos industrializados são oferecidos
a apenas 40% dos animais de companhia, sendo os
outros 60% alimentados com sobras de mesa.
“São 2,05 milhões de toneladas
de arroz, carnes, leite e outros alimentos utilizados
para alimentar nossos animais de companhia, conseqüentemente
desviados da alimentação humana”,
disse Antônio Teixeira de Miranda Neto,
presidente da ANFAL-PET.
O problema, segundo a entidade, é a alta
carga tributária, que encarece e dificulta
o acesso da população ao produto.
No total, os alimentos para os animais de companhia
são taxados com 49,9% de impostos, enquanto
que os insumos agropecuários com 15,25%
e a cesta básica, 7%. Essa diferença
existe porque os alimentos para cães e
gatos são taxados como supérfluos,
apesar desta nutrição substituir
os alimentos de consumo humano.
A reivindicação do setor é
enquadrar os alimentos para os animais de companhia
com alíquota idêntica àquela
determinada à cesta básica, assim
como é feito nos Estados Unidos e na Europa.
Nos Estados Unidos, por exemplo, os alimentos
humanos e Pet-Food têm alíquotas
idênticas e não superiores a 7,5%.
Na Europa, a maior taxa é a da Alemanha,
que não ultrapassa 18%. |
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Exportações:
Alto Potencial e Pouca Competitividade |
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A alta carga
tributária sobre os alimentos industrializados
para cães e gatos também diminui
a competitividade do Brasil no mercado externo.
O Brasil, como grande produtor e exportador de
cereais e carne, é o país com maior
potencial do mundo nas exportações
de alimentos industrializados para os Pets. Apesar
disso, sua participação é
irrisória; menos de 1,0% de um mercado
que movimentou 4,3 milhões toneladas em
2003 e US$ 3,9 bilhões.
Hoje, os maiores exportadores de alimentos para
cães e gatos são os Estados Unidos,
com 18% do mercado; França, também
com 18% e Países Baixos, com 10%. Já
os maiores compradores são o Japão
(17%), Alemanha (13%) e Reino Unido (10%).
O Brasil ocupa o 22º lugar no ranking de
países exportadores. De acordo com projeções
para 2004 da ANFAL-PET, o Brasil exportou 34 mil
toneladas e faturou US$ 16,0 milhões. Os
três principais destinos foram: Estados
Unidos, Chile e Uruguai.
Com o aquecimento da industria de Pet-Food no
mercado interno, o Brasil reduziu as importações.
Em 1998, o Brasil comprou 13.099 mil toneladas
de alimentos industrializados e, em 2004, deve
registrar compras de apenas 2.559 mil toneladas.
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Pet
Food: Supérfulo, Por quê? |
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Cada vez mais cães
e gatos ocupam papéis importantes na
sociedade. Calcula-se que existam cerca de 800
milhões de cães e gatos criados
em todo o mundo como “membros da família”.
É um fenômeno mundial que está
ligado ao aumento da expectativa de vida da
sociedade moderna, maior número de idosos,
redução do número de filhos
nas famílias, falta de segurança
e, especialmente, por maior carência afetiva.
Pesquisas mostram que crianças que têm
um animal de companhia se desenvolvem mais rapidamente.
Além de sociabilizar e despertar a responsabilidade.
Entre os idosos, os mascotes trazem sensações
positivas, evitam a depressão e retardam
doenças. Os animais de estimação
ainda podem restabelecer pessoas doentes e desenvolver
pessoas deficientes.
Os cães-guia de cego, por exemplo, já
desempenham um papel fundamental em nossa sociedade,
pois são habilitados a transitar com
seus donos pelas ruas, restaurando a cidadania
do individuo. O poder de recuperação
dos Pets é tamanho que alguns hospitais
adotaram visitas periódicas dos bichinhos,
mesmo em UTI, a fim de tornar a resposta ao
tratamento e a recuperação mais
rápidas.
Além deste argumento, que tira de circulação
a imagem deturpada de que animal de estimação
é “coisa de madame”, a nutrição
industrializada vem substituir o alimento de
consumo humano – algo essencial numa sociedade
na qual existe fome e desnutrição.
Há ainda a redução do perigo
de zoonoses, quando o animal é alimentado
com produtos industrializados.
É com esse discurso que a ANFAL-PET vem
apelando ao governo, especialmente aos Ministérios
da Agricultura, Saúde, Indústria
e Fazenda, para que vejam a industria de animais
de companhia com um olhar mais social, que é
a linha e a bandeira deste novo governo. Afinal,
o supérfulo é retrato de uma minoria
neste País.
Criada em 1980, a ANFAL nasceu a fim defender
os interesses dos fabricantes do setor de Alimentação
Animal. A partir de 2004, a entidade passou
a representar exclusivamente os fabricantes
de alimentos para animais de estimação,
sob o nome de ANFAL-PET.”
Fonte: ANFAL PET – Associação
Nacional dos Fabricantes de Alimentos para Animais
de Estimação.
Av. Paulista, 1313 - 8º andar - Sl. 814
- Cerqueira Cesar - São Paulo –
SP
CEP 01311-200 - Fone / Fax: (11) 3541-1212
www.anfalpet.org.br - anfalpet@anfalpet.org.br
Disponível em: http://www.petbr.com.br/infor28.asp
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Levantamento
Estatístico da Produção |
Resumo: (em
1.000 toneladas) |
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Distribuição
de Cães e Gatos pelas regiões do
país |
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IV
- ANSEIOS DO CONSUMIDOR |
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Transcrevemos
à seguir um texto que nos dá uma
idéia do nível de atenção
que está merecendo o setor e o grau de
sofisticação dos serviços
e produtos disponíveis nos dias de hoje
para os animais de estimação.
“Os Pet-shops que brotavam a cada esquina
há pouco tempo – os pet garagem –
tendem a se profissionalizar. ‘A abertura
desse tipo de loja tem diminuído nos últimos
anos, dando espaço a grandes lojas que
agregam itens variados embora existam, só
na Grande São Paulo, mais de 5,8 mil lojas
segundo o Conselho Regional de Medicina Veterinária’,
dz o vice-presidente da Anfal, Bernard Divry.
No entanto, está na criatividade o diferencial
para se competir nesse mercado. ‘Há
muita especulação e se quisermos
sobreviver temos de ir atrás do que o cliente
quer’, argumenta a supervisora de marketing
da Cobasi, Mariane Gaddy Ramos. Segundo a executiva,
a Cobasi começou bem pequena, há
18 anos, com a venda de produtos de agropecuária
no Ceasa e hoje conta com quatro grandes lojas
e com um quinto espaço a ser inaugurado
ainda este semestre no início da rodovia
dos Imigrantes, em São Paulo.
‘As lojas são verdadeiros shoppings
dos animais que oferecem 20 mil itens desde rações,
medicamentos, acessórios para animais de
estimação, peixes e pássaros.
Há ainda produtos para jardinagem e piscina’,
diz Mariane, que não divulga o número
de visitantes nem o faturamento ou volume de vendas
das lojas. ‘Aqui, o animal de estimação
passeia em carrinhos de supermercados, degusta
novidades oferecidas por promotores de vendas
e pode ainda arrumar um namorado ou namorada.
O movimento é intenso nos finais de semana.
Crianças, adultos e animais se aproximam
e se divertem. Há banho e tosa, clínica
veterinária e um setor de adoção
de animais’, acrescenta. |
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Consumidor
busca longevidade de seus bichos em rações
especializadas,
cuidados, medicamentos e diversão. |
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Esticar
a vida do animal de estimação depende
de bom trato, boa comida, banhos, medicamentos
cada vez mais eficazes e lazer. Cães e
gatos ganham sobrevida e o mercado, projeção.
Gatos vivem até cinco anos mais com alimentos
equilibrados. Há diversos tipos de rações
- para gatos castrados, gatos novos, cães
idosos, de meia idade, com diabetes e com alto
colesterol. São produtos importados ou
nacionais a preços que vão de R$
2,50 a R$ 3,00 na linha comercial em pacotes de
meio Kg (para gatos) até pacotes com a
mesma quantidade de produto importado (super premium)
com preços de R$ 9,00 a R$ 14,00.
Para os cães, o produto, na linha comercial
de rações em pacotes de 1 kg, custa
de R$ 5,00 a R$ 12,00 ou R$ 17,00 na super premium
importada com 1 kg. Para animais alérgicos
existem medicamentos homeopáticos e os
nervosos podem contar com calmantes ou sessões
de terapia a um preço médio de R$
115,00 por consulta de 50 minutos com especialista
em comportamento. É o caso de Alexandre
Rossi, zootecnista, especializado em comportamento
animal na Austrália e autor de livros sobre
comportamento animal. O especialista atende a
domicílio também aves, especialmente
papagaios. ‘Não fico conversando
com o animal. Apenas analiso seu comportamento
e falo com o maior número de pessoas que
convive com ele. Algumas dicas e mudanças
de comportamento da família melhoram significativamente
o comportamento do animal’, declara o especialista
que faz 30 consultas, em média, por mês.
‘Normalmente, cada paciente, necessita de
duas sessões’. Rossi também
adestra e treina pássaros e cães
e faz massagens t-touch, famosa nos Estados Unidos,
por meio da qual o bicho aprende a relaxar. |
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Animais
de estimação ganham SPA em Itatiba |
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O
SPA Sete Voltas, em Itatiba, inaugura no Carnaval
o SPA para animais de estimação.
Aberto a todos os tipos de animais, a diária
para atividades básicas, para cada animal,
é de R$ 80,00 com direito a passeios programados
e consulta veterinária com indicações
de dieta para emagrecimento. ‘Mas há
um acréscimo no valor da diária
caso o dono do animal opte por adestramentos tradicionais,
adestramentos para truques, massagens t-touch,
para relaxamento, esportes como o ‘agility’
(parecido com hipismo) ou jogos com frisbee.’,
diz o zootecnista, Alexandre Rossi.
Segundo o especialista, no SPA Sete Voltas, o
animal pode dormir com o dono no hotel. ‘No
prazo de um mês, os animais de estimação
poderão ficar hospedados sozinhos, sem
a companhia dos donos, no SPA’, acrescenta
Rossi, informando que para o Carnaval as vagas
já estão esgotadas.
E não para por aí, as lojas estão
investindo em ofurôs para cães. É
o caso da Big Shower, da Mooca e da Avenida Bandeirantes.
A empresa confecciona ofurôs sob medida
para os melhores companheiros do Homem. Há
produtos em madeira ou fibra com ou sem hidromassagem
de vários tamanhos. Os preços vão
de R$ 1.700,00 a R$ 10 mil. Um ofurô de
madeira com hidromassagem de 50 cm de altura e
60 cm de diâmetro custa R$ 2.100,00. A peça
com 1,10 metro de diâmetro e 70 cm de altura,
com cinco bicos de hidromassagem, custa R$ 3.800
e vem equipada com bomba, aquecedor além
de ser antibactericida. A Big Shower, na Bandeirantes,
atende todos os dias das 8 horas às 21
horas.
Na área alimentícia muito chocolate,
pães, doces, ossos, refrigerantes, hambúrgers,
acessórios e livros são encontrados
na Cãofeitaria, em Perdizes. O local é
tranqüilo e o animal pode acompanhar o dono
em um cafezinho. A novidade da loja é um
bichinho que esquenta e faz companhia a filhotes.
O produto custa R$ 55,00. O comedouro ou o bebedouro
automáticos custam R$ 32,00 cada e o livro
‘Numerologia para todos os animais’
sai R$ 18,00. A publicação explica
o comportamento do animal por meio dos nomes ou
ajuda a escolher um nome para um novo amigo.
Para os animais privilegiados, a Daslu criou a
Daslulu. Um departamento de roupas de grife para
acompanhar suas elegantes donas. Entre os produtos
estão bandanas para pescoço (R$
18,00), coleiras de couro (R$ 46,00) e caminhas
acolchoadas para poodles pequenos (R$ 178,00),
jaquetas de moletom e até camas italianas
(R$ 890). A Daslulu surgiu da necessidade das
próprias clientes da Daslu.
A Louis Vuitton também inova no segmento.
Na Global Store no bairro dos Jardins, em São
Paulo, encontram-se coleiras de R$ 665,00 a R$
820,00 nos tamanhos P, M e G, e também
bolsas para transporte de cães que variam
de R$ 5.020,00 a R$ 5.470,00.
Creche e maternidade conquistam espaço
no mercado pet Para os solteiros, que trabalham
fora e não têm com quem deixar seu
animal de estimação, “O Bicho
da Caneca”, em Cerqueira César, São
Paulo, oferece espaço para cães
e gatos passarem alegremente o dia, jogando bola,
correndo na grama e ouvindo música ambiente.
É uma creche, sem gaiolas, que funciona
das 9 horas às 17h30 sob os olhos de funcionários
treinados para brincar com animais. A diária
é de R$ 12,00 para cães de pequeno
porte e R$ 20,00 para os de grande porte. ‘Mas
há pacotes semanais e mensais, a preços
reduzidos’, informam os veterinários,
proprietários do lugar, David Bialski e
Gustavo Almeida. Para ser aceito na creche, o
animal passa por uma consulta clínica rigorosa
e um tratamento antipulgas. ‘O animal faz
ainda um teste de sociabilidade. Só entra
bicho que gosta de brincar com outros bichos’,
diz Bialski.
“O Bicho da Caneca” tem ainda uma
maternidade com assistência 24 horas. A
diária é de R$ 40,00. O período
da noite é mais caro, mas depende do número
de dias que o bicho permanece hospedado. No local
funciona ainda um hotel para aves, gatos, roedores
e ferrets. O hotel para cães fica na Vila
Mariana. “. Repórter Silvana Orsini
Disponível em:
http://www.bancodenoticias.com.br/ultimasnoticias/default.asp?
id_editoria=2372&id_noticia=407654 |
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V
- CONSIDERAÇÕES FINAIS |
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Por
todas as informações e estatísticas
que podemos observar nos relatórios e artigos
aqui citados, é inegável que há
ainda um enorme potencial de crescimento para
o mercado de alimentos para animais de estimação
no Brasil.
Não nos iludamos, porém. Assim como
em quase todos os outros setores, o consumidor
torna-s a cada dia mais exigente e consciente,
buscando sempre melhores produtos, com maior valor
agregado e sem deixar de levar em conta o preço.
Há que se investir em tecnologias mais
modernas de produção de ração,
equipamentos mais eficientes, mais confiáveis,
que forneçam produtos de melhor qualidade
e com menor risco de trazer qualquer problema
aos animais que os consomem.
É bastante comum casos de fabricantes que
são obrigados a arcar com prejuízos
consideráveis ao ter que indenizar consumidores
que adquiriram alimentos de baixa qualidade ou
com falhas graves no processo de produção,
tais como: problemas de secagem, de resfriamento
etc.
Há vários anos, vem se prevendo
que o mercado de rações estaria
atingindo o nível de saturação,
o que, como podemos observar pelos dados apontados,
está longe de refletir a realidade do setor.
Mesmo os mais céticos têm se rendido
ante as evidências do potencial que o setor
continua apresentando.
Tudo leva a crer, que gradativamente, todos deverão
ter, além de equipamentos de boa qualidade
em sua linha de produção, também
cuidados redobrados em seus processos produtivos.
A concorrência aumenta a cada dia, mas as
oportunidades também. |
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Referências
Bibliográficas |
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Ribeirão
Preto, abril 2005
José Luiz Ferraz
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Dados
sobre Produção e Mercado de
Pet Food em 2.005 e Perspectivas para o Setor |
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TIRA DÚVIDAS
Qual o
tamanho do mercado pet? |
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Anfal - Pet/ABMA |
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O
mercado pet brasileiro tem crescido, na média,
20% ao ano desde 1990, segundo a Anfal Pet (Associação
Nacional dos Fabricantes de Alimentos para Animais
de Companhia). Estudo realizado pelo Sebrae/SP
e a Xclusive Mídia revela que há
no País 8 mil pet shops. No entanto, se
forem considerados todos os pontos-de-venda, este
número ultrapassa de 30 mil. Calcula-se
que existam cerca de 800 milhões de cães
e gatos criados em todo o mundo. Atualmente, o
Brasil conta com 27,9 milhões de cães
e de 12 milhões gatos. Aliás, o
País é o segundo do ranking mundial
em número de animais domésticos,
atrás apenas dos Estados Unidos. São
27,9 milhões de cães, 12 milhões
de gatos e 4 milhões de outros pets. A
relação é de um cão
para cada seis habitantes e um gato para cada
16 habitantes. Informações da Anfal
Pet, junto ao Consulado Chinês, dão
conta de que há 10 milhões de cães
e um milhão de gatos no país, o
que o deixa bem atrás do Brasil. Segundo
o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística),
nos últimos quatro anos houve um aumento
de 17,6% no número de cães e gatos
no Brasil. Segundo estimativas do Ibope (Instituto
Brasileiro de Pesquisa e Opinião), cerca
de 59% dos domicílios têm algum animal
de estimação, sendo que em 44% deles
há pelo menos um cachorro e em 16% pelo
menos um gato. Conforme a mesma fonte, 63% das
famílias das classes A e B possuem animais
de companhia. Já na classe C, este número
é de 64%, e na classe D este percentual
cai para 55%. |
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| Qual a relação
consumo de rações e crescimento do
segmento? |
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Conforme
estatísticas da Anfal Pet, no Brasil apenas
37% desses animais consomem alimentos industrializados,
um porcentual baixo em relação aos
países europeus como o Reino Unido, onde
60% dos animais de estimação consomem
rações, e a França, onde
este percentual chega a 80%. Segundo a Anfal Pet,
o Brasil é também o segundo maior
país em produção de pet food
e os Estados Unidos, o primeiro. Em 2004 foram
produzidas 1,430 milhão de toneladas de
alimentos para cães e gatos, totalizando
faturamento de US$ 1,444 bilhão. A entidade
acredita que o mercado brasileiro pode ir muito
além dos resultados conquistados e a estimativa
é que só os cães e gatos
têm potencial para consumir 3,45 milhões
de toneladas por ano e gerar um faturamento de
quase US$ 3 bilhões. Segundo a ABMA (Associação
Brasileira do Mercado Animal), 43% do faturamento
bruto do segmento vêm de alimentação.
O restante é distribuído entre acessórios
(9,6%), medicamentos (8,6%) e produtos e serviços
como consultas, vacinações, exames,
etc. Mesmo assim, o mercado de pet food é
um dos que mais se destacaram nos últimos
anos. Dados da Anfal Pet indicam que o consumo
de alimentos cresceu 400% entre 1995 e 2002 e,
nos últimos cinco anos, aumentou em média
10 a 12% ao ano. Fabricantes de máquinas
de peletização e extrusão
estimam que no Brasil haja mais de 100 fábricas
de ração de pequeno, médio
e grande porte. |
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Quais
as estratégias da indústria de pet
em termos de exportação? |
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Em
junho deste ano, a Anfal-PET (Associação
Nacional dos Fabricantes de Alimentos para Animais
de Estimação) assinou um convênio
com a Apex-Brasil (Agência de Promoção
de Exportações), para desenvolver
ações de promoção
dos produtos brasileiros no México, Estados
Unidos, Rússia, Itália, Japão
e China. O investimento será de R$ 2,3
milhões para promover o comércio
de alimentos (rações e mastigáveis),
medicamentos, vacinas, limpeza e embelezamento
e acessórios. Também participam
do convênio a ABMA (Associação
Brasileira do Mercado Animal), representante do
setor de medicamentos e vacinas e a Anfapet (Associação
dos Fabricantes de Acessórios Pet), responsável
pela parte de acessórios. As metas anuais
são exportar R$ 4,1 milhões, 30%
a mais que o número atual. Entre as estratégias
utilizadas para divulgar os produtos brasileiros
no exterior estão o estudo de mercado,
a visita de jornalistas estrangeiros e a participação
em feiras e rodadas de negócios internacionais.
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Como
tem sido feita a divulgação dos
produtos
brasileiros no mercado internacional? |
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Dez
empresas do mercado se uniram e criaram o Conbraex
(Consórcio Brasileiro de Exportação).
Negociações estão sendo feitas
entre a entidade e associações como
Anfal Pet e a Apex para incrementar a participação
em feiras nacionais e internacionais. Até
o momento, foram visitados países como
Itália, França, Espanha, Alemanha,
Portugal, Estados Unidos, Panamá, Venezuela,
Chile, Bolívia, Paraguai, Uruguai e Argentina.
"A previsão de visitas para 2006 inclui
mais cinco países da Europa", revela
Smanio. O Conbraex já está com presença
garantida durante feiras como Expocruz 2005 (na
Bolívia), Interzoo 2006 (em Nuremberg,
Alemanha). |
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E
os subprodutos da indústria pet? |
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Atualmente,
o mercado conta com cerca de 35 fábricas
produtoras de ossos feitos com raspas de couro.
A produção gira em torno de 1,4
toneladas/mês, sendo 90% destinada para
exportações - cerca de 1,28 toneladas.
A exportação está concentrada
entre quatro produtores nacionais, que comercializam
para grandes redes e atacadistas dos Estados Unidos,
Canadá e Europa, entre eles Wall Mart,
Costco, Cosco, Petco, Pet´s Smart, Dollar
Tree, Dollar General, e Super Stores em geral
(grandes redes); e Aspen, Pet Ag, Vo. Toys, Pet
Factory e Dog Toys (atacadistas que embalam o
produto e colocam marca própria). |
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| Qual o principal
entrave para o setor? |
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O
problema, segundo a entidade, é a alta
carga tributária, que encarece e dificulta
o acesso da população ao produto.
Os alimentos para pequenos animais são
taxados como bens supérfluos, com 49,9%
de impostos - sendo IPI 10%, PIS/Cofins 9,25%,
ICMS 18%, Substituição Tributária
no ICMS 10%. Os agropecuários são
taxados em 15,25% e a cesta básica em 7%.
A reivindicação é enquadrar
os alimentos para animais de companhia com alíquota
idêntica à da cesta básica
como é feito nos Estados Unidos e na Europa.” |
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Notícias
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Programa vai incentivar exportação
de pet food
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A
Agência de Promoção de Exportações
e Investimentos (Apex-Brasil) e a Associação
Nacional dos Fabricantes de Alimentos para Animais
de Estimação (Anfal-Pet) assinaram
convênio para promover as exportações
do setor em países como México,
Estados Unidos, Rússia, Itália,
Japão e China. Por meio do acordo, governo
e iniciativa privada vão investir R$ 2,3
milhões para promover as vendas externas
de rações e mastigáveis,
medicamentos, vacinas, roupas, brinquedos, coleiras,
guias e correntes. A meta do projeto é
aumentar em 30% as exportações desses
produtos e ampliar em 5% o número de empregos
das empresas envolvidas. O projeto contempla ainda
análise conjuntural do setor e estudos
de mercado, participação em rodadas
de negócios e feiras no exterior. Essas
ações visam criar uma cultura exportadora
nas pequenas e médias empresas do setor.
Atualmente, o Brasil participa com menos de 1%
do mercado mundial de produtos para animais de
estimação. "Esse é um
setor competitivo de processos automatizados e
que investe constantemente em pesquisa, tecnologia
e marketing, o que resulta em produtos de alto
valor agregado e contribui para enriquecer a pauta
de exportações do Brasil",
afirma o presidente da Apex-Brasil, Juan Quirós.
Embora pequeno em relação a outros
países, o setor brasileiro está
em ascensão e tem enorme potencial para
atender ao mercado internacional. "Como importante
produtor e exportador de cereais e carnes, matéria-prima
para a fabricação de rações
para animais domésticos, temos a oportunidade
e capacidade para estar entre os maiores exportadores
do mundo", diz Quirós.
O mercado pet brasileiro é composto por
27,9 milhões de cães e 12 milhões
de gatos, um consumo potencial de 3,45 milhões
de toneladas por ano e um faturamento de US$ 2,93
bilhões, informa o presidente da Anfal-Pet,
Antonio Miranda Neto.” |
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(10/06/2005) Ano: 100 Número:
133
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Fabricantes
de produtos alimentícios buscam auto-regulamentação |
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O mercado de Pet Food mundial,
que segundo entidades de fabricantes chegou
a movimentar 4,5 bilhões de toneladas
de ração e US$ 3,9 bilhões
em 2004, foi tema de um fórum realizado
na última semana em Chicago, nos Estados
Unidos. A Anfal-Pet (Associação
Nacional dos Fabricantes de Alimentos para Animais
de Estimação), por meio de seu
comitê técnico, representou o Brasil
no evento, que também contou com a presença
de delegações da União
Européia, Austrália e Japão.
Regulamentação
O principal tema foi a criação
de uma auto-regulamentação mundial
para o setor de Pet Food, na qual pretende-se
uniformizar procedimentos e parâmetros
na fabricação de alimentos para
os animais de estimação.
Em relato à imprensa, José Edson
França, da Anfal-Pet, explica que a tendência
por uma auto-regulamentação global
é irreversível e tudo caminha
para a adoção de parâmetros
previstos no sistema norte-americano.
Hoje, a regulamentação americana
para o setor de Pet Food determina, entre os
procedimentos, a implementação
do BPF (Boas Práticas de Fabricação)
e do HACCP (Hazard Analysis Critical Control
Points - em português, Análise
de Perigos e Pontos Críticos de Controle).
Parque
Além de parâmetros para fabricação
dos produtos e para a instalação
do parque fabril; como a linha de produção
separada da área de insumos agropecuários.
No modelo americano, por exemplo, os registros
de indústrias e produtos não são
feitos e, em alguns países, os mesmos
são efetuados por entidades representantes
do setor e fiscalizados por auditorias privadas.
Isto é, o modelo tira a responsabilidade
do governo sob o registro e a regulamentação
do setor, desburocratizando as decisões
e tornando a indústria mais seletiva.
No Brasil, ainda não há uma auto-regulamentação
para o setor, todas as decisões estão
concentradas no Mapa (Ministério da Agricultura,
Pecuária e Abastecimento). Mas o governo
brasileiro sinaliza um interesse pela auto-regulamentação,
sendo a Anfal-Pet, conforme a assessoria da
entidade, a responsável em apresentar,
num prazo de 30 dias, uma regulamentação
sugerindo normas e procedimentos para a indústria
do Pet Food do Brasil.
Defesa
Criada em 1980, a Anfal-Pet nasceu a fim defender
os interesses dos fabricantes do setor de Alimentação
Animal. Desde 2004, a entidade passou a representar
exclusivamente os fabricantes de alimentos para
animais de estimação.
Segundo dados apurados pela entidade em 2004,
foram produzidas no Brasil 1,430 milhão
toneladas de alimentos para cães e gatos,
totalizando um faturamento de US$ 1,444 bilhão.”
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BANCO DE MATÉRIAS - Julho/2005
- N° 91
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Setor
pet ganha impulso para alavancar exportações.
O setor de alimentos para pequenos animais conseguiu
um importante incentivo do governo para ampliar
as exportações de produtos para
bichos de estimação. Foi assinado
em 24 de junho um convênio entre a Agência
de Promoção de Exportações
e Investimentos (Apex-Brasil) e a Associação
Nacional dos Fabricantes de Alimentos para Animais
de Estimação (Anfal-Pet) que juntos
investirão R$ 2,3 milhões para promover
o comércio de alimentos (rações
e mastigáveis), medicamentos, vacinas,
roupas, brinquedos, coleiras, guias e correntes
no mercado internacional. A expectativa é
exportar R$ 4,1 milhões, 30% a mais do
que o montante atual, e ampliar em 5% o número
de empregos das empresas envolvidas, atingindo
3120 vagas.
Entre os países que receberão ações
de promoção comercial estão
os Estados Unidos, o México, a Rússia,
a Itália, o Japão e a China. "A
essência do projeto é diversificar
e mostrar ao mundo que o Brasil tem produtos de
qualidade extraordinária. Já somos
líderes em exportação em
carnes e cereais e podemos ser também em
alimentos para animais domésticos",
afirmou o presidente da Apex, Juan Quirós,
na solenidade de assinatura do acordo. Com o objetivo
de criar uma cultura exportadora nas pequenas
e médias empresas, o convênio prevê
ainda uma análise conjuntural do setor
e estudo de mercado. Além de visitas de
jornalistas estrangeiros ao País, participação
em rodadas de negócios e feiras no exterior.
Segundo Quirós, para atingir a meta de
vendas no exterior, as consultorias contratadas
pela entidade mapearam os diversos mercados mundiais
à procura de oportunidades. O intuito foi
saber quem são os concorrentes, os clientes
potenciais, o preço médio dos produtos
e as barreiras tarifárias e não-tarifárias.
"A partir deste estudo constatamos que temos
potencial para sermos fortes no mercado exterior.
Tanto que estamos iniciando o projeto com 13 empresas,
mas temos espaço para 20", disse.
Apesar de pequeno em relação aos
outros países, o setor pet tem crescido
nos últimos anos e mostra que tem fôlego
para competir internacionalmente.
Em 1994, comercializou-se em torno de 200 mil
toneladas em alimentos para animais de pequeno
porte, no ano passado este número saltou
para 1,5 milhão, um crescimento que passa
dos 600%. "Trata-se de um setor competitivo,
que aproveita integralmente toda produção
animal. As empresas brasileiras investem constantemente
em tecnologia e pesquisa para entregar ao consumidor
um produto da mais alta qualidade que certamente
ganharão espaço em outros países",
enfatizou o presidente da Anfal-Pet, Antonio Miranda
Neto. Porém, os produtores de pet food
afirmam que é necessário para o
crescimento do ramo desta atividade a revisão
da tributação que incide sobre estes
produtos. Miranda Neto explica que hoje o grande
entrave para aumento das vendas tanto no mercado
interno quanto no externo é o IPI (Imposto
sobre Produtos Industrializados) para este tipo
de alimento, que foi classificado como supérfluo
em 1985 quando o Brasil ainda era um país
importador. A classificação arrasta
consigo ICM (Imposto sobre Circulação
de Mercadorias) integral, mais PIS e Cofins. Com
isso, o consumidor paga 48% de impostos sobre
o preço final. O resultado é uma
penetração que não chega
a 50% em relação à quantidade
de animais domésticos no País, 28
milhões de cães e 12 milhões
de gatos. "É uma situação
esdrúxula que provoca uma evasão
fiscal fortíssima, não traz benefício
ao setor e estimula a informalidade", complementa.
O governo concorda com o empresariado e afirma
estar trabalhando no sentido de rever a carga
de impostos. "É um setor que vem crescendo
muito no Brasil e, atualmente, alguns fatores
vêm atrapalhando o processo no mercado internacional,
no qual tivemos participação de
menos de 1% no ano passado. Entre eles, a revisão
do decreto que fala sobre a alimentação
para animais que deve logo ir para consulta pública.
A partir daí, poderemos discutir o IPI
que realmente atravanca o mercado", afirmou
o representante do Ministério da Agricultura
presente ao evento, Francisco Sérgio Jardim.
Entre os empresários, a expectativa é
otimista e eles acreditam em aumento significativo
nas exportações nos próximos
anos. Para o diretor da divisão de pequenos
animais da Ouro Fino, Luis Cláudio Sinelli,
o convênio foi assinado em um momento chave
de expansão do setor em todo mundo. Ele
diz que a empresa exporta há oito anos
para 28 países, com um volume de 12% a
13% no faturamento total. O forte até o
ano passado foram os produtos para grandes animais,
mas em 2005 a companhia resolveu apostar no mercado
pet. Com a assinatura do acordo, a previsão
de crescimento é de 40% a 50% ao ano nos
próximos cinco anos. "Com a Apex estimulando
a estrutura e facilitando a inserção
no exterior facilita muito a exportação.
Já que as indústrias brasileiras
estão capacitadas a produzir um produto
de qualidade e com um custo bastante interessante.
Temos condições de entrar e dominar
o mercado", comemora.” |
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EDIÇÃO OUTUBRO 2005
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Extravagância |
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O
site da The Pet From Ipanema informa que até
2010 teremos 70 milhões de cães
e gatos com donos de posse responsável,
ou seja, aqueles que dão comidas industrializadas
levam ao veterinário e usam serviços
de tosa e banho. Isso significa um gasto médio
anual de R$ 450 em serviços e produtos
por animal. Se esses números se confirmarem
teremos um mercado fantástico que vai movimentar
31,5 bilhões de Reais por ano.
Os números podem parecer exagerados, entretanto
é notável que haja um crescimento
significativo na disposição dos
proprietários de animais de estimação
em gastarem com produtos e serviços para
seus pets.
O caso da The Pet From Ipanema não serve
de parâmetro para o mercado em geral, já
que a loja atende uma clientela de poder aquisitivo
muito alto, mas as extravagâncias que os
clientes dessa loja praticam com seus animais
demonstram que o mercado de artigos de luxo deve
crescer significativamente.
Neste universo, o animal de estimação
segue a rotina de um filhinho ou filhinha de papai:
de passeio no shopping, após comprar uma
coleira de jóia de R$ 1.800 e uma jaqueta
de couro para combinar com os sapatos antiderrapantes
(as “garotas” costumam comprar corretivos
para os olhos e unhas postiças), o cãozinho
pode querer fazer uma “boquinha”;
para isso, na prateleira há uma variedade
de trufas com diversos sabores: legumes, carne
e queijo.
Bom, fazer compras é cansativo. Ele merece
relaxar em um ofurô, ou tomar um banho e
descansar com seu roupão em almofadas térmicas
que simulam os batimentos cardíacos da
mamãe.
Ah, enfim, depois de tirar a tensão e aliviar
o estresse, o animalzinho já pode ir para
casa. Mas, espere: e se o Sol estiver muito forte
lá fora? Sem problemas, ele volta e compra
uma sombrinha e, agora sim, pode seguir seu caminho
sem mais preocupações!” |
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“Data
Inclusão: 04/10/2005
Autor: Andrea Vialli / Marina Faleiros |
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Mercado
pet busca segmentação |
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É um mercado volumoso,
estimado em 42 milhões de consumidores.
Destes, 25% usam produtos farmacêuticos
e 37% se alimentam com comida industrializada.
O investimento em publicidade voltada a esse
público deverá fechar 2005 com
um crescimento da ordem de 40%.
Não, não estamos
falando de humanos, mas de cães e gatos,
que cada vez mais movimentam novos negócios.
O Brasil já é o segundo país
no mundo com maior população de
animais domésticos, atrás apenas
dos Estados Unidos. Os números do mercado
de produtos e serviços pet crescem a
uma média de 20% ao ano, desde 2000.
Estima-se que sejam 10 mil pet shops em todo
o País, 60% no Estado de São Paulo.
E, para vencer nesse mercado tão disputado,
a nova estratégia dos fabricantes é
a segmentação.
Um dos exemplos é a
Pet Society, especializada em cosmético
animal e que surgiu no mercado há pouco
mais de um ano.
A empresa é uma divisão
da Cosmotec, que produz ativos para o setor
de cosméticos e produtos farmacêuticos,
e fornece para grandes empresas como Natura,
O Boticário e L'Oreal. Com a percepção
de que havia um nicho carente de novidades ou
de produtos voltados à estética
e embelezamento animal - a empresa investiu
R$ 2 milhões só na criação
de uma linha específica para gatos, lançada
há duas semanas. Antes disso, a empresa
já havia lançado uma linha de
produtos de beleza para cães, que já
começa a exportada para países
como Japão e França.
A apos os felinos não
são à toa, uma vez que o mercado
pet brasileiro ainda é pobre em produtos
específicos para gatos. A linha que a
empresa acaba de lançar inclui mais de
uma dezena de xampus e condicionadores, além
de musses perfumados, unhas postiças
(conhecidas como "soft claws", evitam
que os felinos arranhem os móveis) e
até protetor solar. Outra aposta é
na linha de bem-estar, que entre outros mimos
traz ofurô em cedro rosa e cristais para
um banho relaxante.
"Viemos para revolucionar e elevar o nível
do mercado pet brasileiro, que ainda é
imaturo, mas está em rota de crescimento",
diz Luciano Fagliari, vice-presidente executivo
da Pet 80ciety. O principal alvo da empresa
são os pet shops, que também estão
partindo para a estratégia de oferecer
serviços diferenciados para se destacar
da concorrência. "Queremos que nossa
marca seja uma referência no mercado pet,
por isso não fazemos nada com um apelo
mais popular."
A crença da empresa
no fortalecimento do mercado pet é tamanha
que, para os próximos três anos,
serão investidos mais R$ 5 milhões,
que incluem a construção de uma
nova fábrica, de 4 mil metros quadrados,
em Guarulhos, prevista para ser inaugurada no
segundo semestre de 2006.
ALIMENTAÇÃO
Para a fabricante de rações
Royal Canin, multinacional francesa que está
no País desde 1990, a segmentação
é a melhor resposta para um mercado já
disposto a pagar mais por qualidade. A marca
tem uma linha com mais de 15 rações
só para gatos, que contemplam atributos
como beleza da pelagem, estilo de vida (se o
animal sai ou fica o tempo todo em casa), idade
(gatos maduros e idosos) e raças, como
siameses e persas.
"No Brasil, os produtos
para gatos ainda estão em expansão,
conforme as cidades vão se verticalizando",
explica Nelo Marraccini Neto, diretor-regional
para São Paulo da empresa.
A Royal Canin, apesar de ter um enfoque muito
mais técnico e não apostar em
mídia agressiva, aproveitou o bom momento
do setor para conquistar o filão de animais
castrados e que ficam confinados nas residências.
"Temos rações específicas
para os animais que ganham peso ou têm
problemas de cálculo urinário.
Com a alimentação correta, o dono
evita problemas e vê seu bicho saudável",
diz.
De acordo com ele, ainda são
poucos os lares brasileiros que dão alimentos
industrializados para seus bichos, principalmente
por causa da má distribuição
de renda. "Existe ainda muito mercado a
ser explorado neste setor. O consumo de rações
avança nas cidades e já chega
ao interior, onde o costume de dar comida caseira
para os cães ainda é grande",
explica Neto.
O diretor acredita que o mercado
de rações premium agora cresce
mais do que o de rações normais,
o que significa até 25% de alta anual
no caso da Royal Canino "As pessoas que
já davam ração estão
descobrindo as vantagens de nossos produtos,
e existe uma relação muito mais
afetiva entre o cão e seu dono, o que
o leva a investir mais no seu bicho de estimação",
afirma.
O gasto médio anual
do brasileiro com o seu animal fica em torno
de R$ 390, entre alimentação,
produtos veterinários, embelezamento
e acessórios, segundo pesquisa realizada
pela consultoria Euromonitor Internacional e
publicada na revista holandesa Pet International
Magazine. E mais: 63% dos brasileiros das classes
A e B - portanto, com alto potencial de consumo
- possuem animais de estimação.”
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NOTÍCIAS
21/11/05
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Setor
de alimentos para Pet Food deve atingir US$ 795
milhões |
|
Segundo a Anfal (Associação
Nacional dos Fabricantes de Alimentos para Animais
de Estimação), o volume de produção
do mercado Pet Food em 2005 será de 1.502.212
toneladas. Para discutir o crescimento desse
segmento que nos últimos cinco anos chegou
a 50,2% e traçar um panorama da importância
da embalagem neste setor, a Abre (Associação
Brasileira de Embalagem) realizará um
café da manhã com a presença
de Érica Canavesi, da Purina / Nestlé.
O evento acontecerá na quarta-feira (23-11),
das 8h00 às 9h30, no Hotel Sofitel, em
São Paulo.
Em 2004, o faturamento do setor
foi de US$ 733 milhões, com US$ 15,9
milhões gerados por exportações.
A perspectiva é de que a produção
nacional chegue a US$ 795 milhões este
ano.
Além do estudo desses
dados, a palestrante apresentará um cenário
global, comparado ao mercado brasileiro. Em
seguida, realizará uma análise
das principais novidades em embalagens mundiais
e falará sobre a marca Purina, mostrando
projetos, tecnologias e tendências. Hoje,
a venda de alimentos industrializados para cães
e gatos cobre 41% dos animais no país.
Na Europa, este número chega a 86%.
“As principais tendências
do setor de embalagens para o mercado Pet Food
são inovações que proporcionam
facilidade de abertura, de uso e, portanto,
que agregam maior praticidade e conveniência
ao consumidor” explica Érica.
No mercado nacional de alimentos
secos, atualmente utiliza-se com maior freqüência
as embalagens com menor custo, mas com tentativas
de se atrelar praticidade e conveniência
através de alças para facilitar
o transporte e zíperes que permitem o
refechamento e maior conservação
do produto. Para os alimentos úmidos,
há predominância de latas com tampas
normais ou de fácil abertura. Em menor
quantidade encontram-se os pouches autoclaváveis.
“Para produtos que permitem
maior valor agregado como snacks, treats e biscoitos
há uma facilidade em inovar, sendo bastante
comum a presença de stand-up pouches
que oferecem uma ótima exposição
no ponto-de-venda, além de possuírem
zíper de fechamento para melhor praticidade.
Outros produtos dessa categoria são acondicionados
em embalagens do tipo flow pack”, complementa
a especialista.
As regiões que mais
se destacam em participação de
mercado são: Sudeste com 43% e a Nordeste
com 28%. Outra área em plena expansão
é o Sul que abrange 15% deste segmento.
O Norte e o Centro-Oeste dividem 14% desta demanda.
O evento será direcionado
para profissionais de empresas usuárias
e convertedoras de embalagens, fabricantes de
matérias-primas e insumos, agências
de design e prestadores de serviços.
As informações são da assessoria
de imprensa da Abre.
Redação”
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|
Histórico
(2005) |
|
Em 2003 fomos procurados pelos fabricantes
de Pet Food, que tinham o interesse
de conhecer os volumes de mercado das
Pet Shops.
O mercado nos últimos 10 anos,
apresentou um ótimo crescimento
de 358%.
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Valores
em Mil toneladas
Fonte: Sindirações ( Sindicato.
Nac. Fabric. Alimentos para Animais) |
|
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Segundo pesquisa da ACNielsen Customized Research
Services o canal que mensurávamos representava
apenas 33% do mercado ( em relação
a cães) e os outros 77% estavam em canais
não auditados. |
|
Em
% |
Total |
Classe
social |
| Lojas Especializadas/Pet Shop |
64 |
68 |
59 |
68 |
| Hiper/Supermercado |
33 |
38 |
41 |
26 |
| Avicultura/Avícola/Casa de Aves |
4 |
- |
3 |
6 |
| Consultório Veterinário |
2 |
5 |
2 |
1 |
| Outros Locais |
2 |
3 |
2 |
2 |
| Base (possuem cães) |
476 |
40 |
199 |
237 |
|
|
Base:
600 donas de casa – Gde São Paulo
e Gde Rio de Janeiro – ano 2002 - CBPA |
|
O mercado PET
|
|
 |
O Brasil ocupa a segunda colocação
no mercado mundial em volume.
O faturamento do setor é o quinto
maior do mundo.
De acordo com dados do IBGE (2002),
cerca de 63% da população
brasileira das classes socioeconômicas
A, B e C têm um animal de estimação
dentro de casa.
|
|
|
Fonte:
Assofauna (Associação dos Revendedores
e Prestadores de Serviços destinados ao
Uso Animal) |
|
O
Brasil tem uma desvantagem enorme contra outros
paises que é a carga tributária
altíssima. |
|
|
|
O mercado PET no Brasil
|
|
População
Brasileira de Cães e Gatos |
|
|
|
Fonte:
Estimativa do Sindirações 2005 |
|
Faturamento
do mercado dividido em: |
|
|
|
Fonte:
Euromonitor 2004 |
|
Definição
das categorias
|
|
ALIMENTO
PARA CÃES |
|
|
Produto
à base de carne desidratada, vitaminas,
sais minerais e proteínas, destinado
exclusivamente à alimentação
canina. Excluem-se arroz em grão/quebradinho,
courinho digerível para cães,
alimento tipo dog-toy e a granel. |
|
|
ALIMENTO
PARA GATOS |
|
Produto
à base de farinha de carne, peixe,
fígado e galinha desidratada, vitaminas,
sais minerais, proteínas e cálcio,
destinado exclusivamente à alimentação
felina. Excluem-se produto sem marca,
sem fabricante, embalado na própria
loja e produtos a granel. |
|
|
|
|
Cobertura Geográfica
|
|
Áreas:
|
|
-
Área
III Grande Rio de Janeiro:
Rio de Janeiro, Niterói, Nova
Iguaçu, Duque de Caxias, Nilópolis,
São Gonçalo, e São
João de Meriti.
-
Área
IV Grande São Paulo: São
Paulo, Santo André, São
Bernardo do Campo, São Caetano
do Sul, Diadema, Mauá, Guarulhos,
Osasco, Embú e Taboão
da Serra.
|
|
|
Tipo
de estabelecimentos que fazem parte da auditoria: |
|
-
Pet shop
-
Clínicas veterinárias
-
Lojas de Animais
-
Agropecuárias
|
|
|
|
Pet
Shop |
|
É o estabelecimento
comercial que oferece produtos e serviços
voltados para saúde, nutrição
e embelezamento de animais. Além desses
serviços, pode oferecer também atendimento
de um profissional especializado. |
|
 |
São
consideradas nessa classificação: |
-
Todas as lojas
que comercializem ração
para animais de pequeno porte (cães,
gatos e outros pets)
-
Que tenham
menos de 10% do faturamento em serviço
de clínica veterinária.
|
|
|
 |
São
desconsideradas do universo: |
- Lojas que tenham
mais de 90 % em serviço de higiene
animal (banho e tosa)
|
|
|
Pet/Clínicas
Veterinárias |
|
 |
São estabelecimentos
abertos ao público, com endereço
fixo e que possuam disponibilidade regular
de serviços de um profissional
especializado – Médico Veterinário
com registro no CRMV. |
|
|
| -
São consideradas nessa classificação: |
|
Todas as lojas que comercializem ração
para animais de pequeno porte (cães,
gatos e outros pets);
Que tenham o seu faturamento
em serviço de clínica
veterinária de 10 a 70%.
Presença de algumas das seguintes
características:
|
-
Consultório
Veterinário, ou
-
Médico
Veterinário, ou
-
Sala de Cirurgia,
ou Cirurgião;
|
| |
|
|
Clínicas
Veterinárias |
|
 São
estabelecimentos abertos ao público, com
endereço fixo e que possuam disponibilidade
regular de serviços de um profissional
especializado – Médico Veterinário
com registro no CRMV. |
|
| -
São consideradas nessa classificação: |
|
Todas as lojas que comercializem ração
para animais de pequeno porte (cães,
gatos e outros pets);
Que tenham o seu faturamento
em serviço de clínica
veterinária acima de 70%.
Presença de algumas das seguintes
características:
|
-
Consultório
Veterinário, ou
-
Médico Veterinário,
ou
-
Sala de Cirurgia,
ou Cirurgião;
|
| |
|
|
|
Excluem-se
do estudo: |
|
 |
-
Auto-Serviços e Lojas Tradicionais
pertencentes ao Índice ACNielsen
Alimentar.
|
| |
|
 |
-
Lojas que tenham como principal atividade,
a venda de produtos para Bricolagem,
Construção, Jardinagem
e Piscina.
|
| |
|
 |
-
Lojas de pet shop e clínicas
que não comercializem ração
para animais de pequeno porte.
|
|
|
Metodologia |
|
 |
Tipo de estudo desenvolvido: |
- Censo amostral
- Auditoria contínua de loja
|
Compra,
Venda, Distribuição,
Material de POP, Estoque
|
| |
Periodicidade:
|
- Auditoria mensal
(atualmente clientes adquirem bimestral)
|
| |
|
|
|
|
Para
fazer parte do Índice ACNielsen de Pet
Shop utilizamos a premissa que considera apenas
as lojas que comercializam ração
para animais de pequeno porte. |
|
 |
Estima-se
que existam
mais de 22 mil
estabelecimentos*
especializados no Brasil.
Na Gde São Paulo e Gde
Rio identificamos 4,7 mil
pontos de venda |
|
|
| |
Supermercados |
%
pet shop |
Pet
shop |
%
lojas |
área
3 (GD RJ) |
2.026 |
33 |
1154 |
25 |
área
4 (GD SP) |
4.136 |
67 |
3556 |
75 |
|
|
|
|
|
TOTAL
ÁREA 3 E 4 |
6.161 |
100 |
4.710 |
100 |
|
|
Fonte:
*estimativa de fabricantes.
Universo de PetShop; fonte: ACNielsen –
n° de estabelecimentos |
|
A
maioria dos estabelecimentos tem
idade entre 4 e 14 anos |
|
IDADE
DAS LOJAS |
|
|
|
Fonte:
ACNielsen – 2004 – Amostra Mestra
Painel Pet Track |
|
Existem
mais de 40 marcas de alimento para Cães
e aproximadamente
25 para Gatos e no total mais de 3 mil itens diferentes. |
|
|
Média
marcas |
Média
marcas |
| |
Cães |
Gatos |
Cães |
Gatos |
AS
20 + ck |
18 |
8 |
150 |
89 |
AS
10 a 19 ck |
13 |
6 |
75 |
40 |
AS
até 9 ck |
6 |
3 |
24 |
13 |
Pet
Shop |
13 |
5 |
73 |
32 |
Pet
+ Clínica |
11 |
5 |
76 |
34 |
|
|
Fonte:
ACNielsen – 2004 – Amostra Mestra
Painel Pet Track |
|
Dos
2,9 milhões lares na área urbana*,
do Grande
Rio de Janeiro há a presença de
Cães em 39% deles,
sendo que a maior penetração está
na classe A,
enquanto que apenas 11% possuem Gatos.
|
|
 |
|
Considerando
a penetração de Cães,
existe uma média de 366 domicílios
para cada loja que comercializa alimento
para Pets. |
|
| |
Supermercados |
Pet
Shop |
TOTAL |
área
3 (GD RJ) |
2.026 |
1.154 |
3.180 |
|
|
|
Fonte:
*Painel de Consumidores ACNielsen – 2004 |
|
Na
Grande São Paulo com 4,0 milhões
de lares na
área urbana, a presença de Cães
é de 42% com
predominância nas classes A e B. |
|
|
|
Considerando
a maior penetração de cães,
existem uma média de 314domicílios
para cada loja que comercializa alimento
para Pets. |
|
| |
Supermercados |
Pet
Shop |
TOTAL |
área
4 (GD SP) |
4.136 |
3.556 |
7.692 |
|
|
|
Fonte:
*Painel de Consumidores ACNielsen – 2004 |
|
Nas
regiões metropolitanas do Gde Rio
e Gde São Paulo o canal de maior
importância é de Pet Shop. |
|
|
|
|
|
PET SHOP |
|
AUTO SERVIÇOS |
|
TRADICIONAIS |
|
|
Fonte:
ACNielsen – Gde São Paulo e Gde Rio
de Janeiro – acumulado Agosto 2004 a Julho
2005. |
|
Avaliando
o perfil de presença de produtos
desse universo percebemos que mais de
90% das lojas de Pet e Pet+Clinica
comercializam alimento para cães e gatos |
|
|
|
As
lojas, em sua maioria, vendem 30% de suas vendas
à granel, diferentemente, uma parcela de
18% das lojas pet vendem mais de 50%. |
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Fonte:Amostra
Mestra ACNielsen |
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Também
é bastante frequente a venda de
remédios nestes estabelecimentos |
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Fonte:Amostra
Mestra ACNielsen |
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Amostra |
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Auditoria
Regular:
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- Baseado no resultado das informações
obtidas no censo por lista e dos filtros
, definimos uma amostra de 337 lojas
para representrar o universo desejado.
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- Os relatórios visam o acompanhamento
da evolução do mercado
de interesse do cliente, possibilitando
uma visão detalhada das principais
movimentações no mercado
em questão.
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Facts
- Informações de Mercado: |
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Evolução
na América Latina |
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MÉXICO |
| SERVIÇO |
MENSAL |
| CATEGORIA |
ALIM. CÃES E
GATOS |
| CANAL |
TOTAL VETERINÁRIAS
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SERVIÇOS=
VETERINARIAS E ESTÉTICAS PARA
ANIMAIS |
COMERCIO =PET SHOPS,
AQUÁRIOS, FARMACIAS VETERINARIAS
E AGROPECUÁRIAS |
| COBERTURA |
REGIÃO METROPOLITANA
DO VALE DO MÉXICO |
| INICIO |
DEZ/2003 |
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CHILE |
| SERVIÇO |
BIMESTRAL |
| CATEGORIA |
ALIM. CÃES E
GATOS |
| CANAL |
PET
SHOP+ CLINICAS |
| COBERTURA |
REGIÃO METROPOLITANA
DE GRADE SANTIAGO. |
| INICIO |
FM2003 |
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AMERICA
CENTRAL |
| SERVIÇO |
BIMESTRAL |
| CATEGORIA |
ALIM. CÃES E
GATOS |
| CANAL |
PET
SHOP+ CLINICAS |
| COBERTURA |
GUATEMALA, COSTA RICA
Y PANAMÁ |
| INICIO |
DJ 2004 |
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BRASIL |
| SERVIÇO |
MENSAL |
| CATEGORIA |
ALIM. CÃES E
GATOS |
| CANAL |
PET
SHOP+ CLINICAS+ AGROPECUARIA |
| COBERTURA |
GRANDE SP E RJ |
| INICIO |
FM 2004 |
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ARGENTINA |
| SERVIÇO |
MENSAL |
| CATEGORIA |
ALIM. CÃES E
GATOS |
| CANAL |
PET
SHOP+ CLINICAS |
| COBERTURA |
GDE BUENOS AIERES E
LA PLATA |
| INICIO |
OUT/02 |
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Tendências
de Mercado Pet Food
Retail Index Lojas Alimentares |
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Pet
Food é um dos mercados que mais
cresceram nos últimos anos. |
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- Fonte: Índice ACNielsen Alimentar (Tradicional
+ Auto Serviço). Soma de Alimento para
cães e gatos
- Ano Móvel: AS04 a JJ05.
- Crescimento, tomando o ano de 1995 como base
100
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Alimentos
para Gatos apresenta tendência
de perda de importância |
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-
Fonte: Índice ACNielsen Alimentar (Tradicional
+ Auto Serviço). Soma de Alimento para
cães e gatos
- Ano Móvel: AS04 a JJ05.
- Crescimento, tomando o ano de 1995 como base
100 |
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E tem redução
relativa em seu
investimento publicitário |
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Fonte:
Ibope-Monitor
Índice 100 = Ano 2001 |
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Segmento
econômico ganha importância
no mercado de Pet Food |
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Share
Volume – 100% T. Pet Food - Alimento para
Cães+Gatos
Segmentos (Premium/ Mainstream / Economy)
Anos Móveis ( acumulado de AS até
JJ)
T. Brasil Alimentar |
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Marcas próprias,
destaque em anos anteriores, apresenta
retração de 0,5 p.p. em sua
participação no último ano
móvel |
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O
índice de preço de Marcas
Próprias em Pet Food é em
média cerca de 30% abaixo da média
da categoria.
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-Fonte:
Índice ACNielsen Alimentar (Tradicional
+ Auto Serviço). Soma de Alimento para
cães e gatos
-Ano Móvel: AS04 a JJ05
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Auto Serviços
até 4ck destacam-se com
maior nível de participação
de mercado |
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100%
T. Pet Food - Alimento para Perros + Alimento
para Gatos
Importancia de los canales en volumen –
100% T. Brasil Alimentar Años Muebles (
acumulado de AS até JJ) |
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Destaque
para o melhor desempenho de Int.RJ+ES+MG e o Sul,
além da redução de importância
de São Paulo |
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Alimento
para Perros + Alimento para Gatos
Importancia de las areas en volumen – 100%
T. Brasil Alimentar
Años Muebles ( acumulado de AS até
JJ)
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| Conclusões |
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O mercado de Pet Food apresenta forte tendência
de crescimento de volumes nos últimos anos,
com índices superiores aos indicadores
médios de mercado.

O segmento Alimento para Cães é
o que determina o crescimento da categoria, com
ampliação de seu nível de
importância, contra a perda de participação
de Alimentos para Gatos, que também diminui
participação em investimentos publicitários.

Em termos de canais de venda, destaque-se o desempenho
dos pequenos auto-serviços que registram
ganho de share.

Dentre as regiões geográficas, registram-se
as melhores performances na área II (Int.
RJ+ES+MG) e área VI (Sul do país).
São Paulo apresenta retração. |
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Fonte:
ACNielsen Customized Research Services
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